Resenha: Percy Jackson e o Mar de Monstros

ImagemAcabei de voltar do cinema, após a melhor surpresa de todas: Mar de Monstros nada tem a ver com a    maneira como conduziram Ladrão de Raios. Ufa. Nada daqueles efeitos baratos, história sem nexo,      desrespeito total ao livro, não, nada disso! Dessa vez funcionou! E saí de lá muito, muito feliz.

Percy Jackson se vê num conflito existencial: será que é realmente forte, será que é realmente bom    ou só teve sorte e por isso conseguiu salvar o Olimpo na sua aventura anterior? É essa questão que dá  origem a história de Percy Jackson e o Mar de Monstros.

Sempre tentando contato com o pai, o deus dos mares Poseidon, e sem obter respostas, Percy está chegando a conclusão de que não é um heroi e só conseguiu o feito anterior porque Annabeth e Grover estavam ao seu lado. No meio dessa confusão mental, Percy recebe um presente – ou não -, vindo de Poseidon, que deixará a história mais fofa e mais bonita: seu meio irmão Tyson. E ele não é semideus. É um ciclope. Você já consegue imaginar como todos irão reagir ao descobrir que Percy, além de não ser o único filho de Poseidon, deve dividir a honra com um… ciclope?

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A barreira mágica que protege o Acampamento Meio-Sangue é rompida e uma nova profecia surge. Com isso, o acampamento corre perigo e a vida dos semideuses também. É claro que Percy, Annabeth e Grover não vão ficar sentados esperando alguém salvar o dia (e suas vidas), e por isso saem numa missão em busca do Velocino de Ouro, que é capaz de trazer de volta à vida tudo e qualquer coisa. O que eles não contavam é que estariam acompanhados nessa busca, por alguém cujas intenções não eram tão boas quanto levar o Velocino de Ouro de volta ao acampamento, reavivar a árvore protetora e salvar a todos.

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Os efeitos são incríveis (principalmente se comparados aos do primeiro filme), os atores são bons e realmente convencem. O que você vai ver de diferente nesse filme? Os semideuses tem tablets. Sim, tablets! Muito mais humor – palmas para as cenas do Senhor D., e profundidade nas relações familiares. Sim, familiares, porque a relação de Percy e Annabeth infelizmente não é explorada romanticamente nesse filme – assim como não é muito clara nesse livro. Você vai se emocionar com as cenas entre Percy e Tyson, garanto!

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O que levarei de Percy Jackson: Mar de Monstros? Que devemos acreditar no nosso potencial, jamais duvidar de quem somos. Que família erra, assim como todo mundo. E que não importa o que aparentamos ser, como nos veêm. O que importa é o que realmente somos.

p.s: Os primeiros minutos do filme (que é em 3D) realmente te fazem achar que está no fundo do mar. É lindo!
Para Percy Jackson e o Mar de Monstros, dou 4 pipocas. Só porque eu acho que faltou romance! E romance é vida, haha.Resenha: Um Homem de Sorte - Nicholas Sparksficha

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