#MinhaPlaylist 02 – Músicas que te fazem cantar na frente do espelho

Sabe aquela música que te dá vontade de pegar a escova de cabelo e começar a cantar? É sobre esse tipo que este post está recheado! Vale embalagem de shampoo, frasco de perfume, microfone imaginário… o que você quiser! O que importa é apertar o play e se divertir! Vocês podem ouvir a playlist aqui: http://www.kboing.com.br/radio-show/playlists/2461684/1708957/

Burn – Ellie Goulding: minha música favorita no momento! A batida é incrível, o ritmo da música – que consegue variar entre lento e agitado – é contagiante e a voz de Ellie é uma das mais bonitas que já ouvi, tão singular! Minha parte favorita? A música inteira! Por isso, vou colocar só o trechinho que não sai da cabeça: “And we’re gonna let it burn, burn, burn, burn…”.

Come and Get It – Selena Gomez: te desafio a não ficar com o “na na na na” na sua cabeça! A melodia tem um quê místico e a música vai crescendo ao longo da letra, te empolgando e fazendo mexer nem que seja só a cabeça de um lado para o outro! “When you’re rea-a-a-a-a-dy when you’re rea-a-a-a-a-a-dy, ady…”.

We Are Never Ever Getting Back Together – Taylor Swift: por favor, até quem não gosta dela ama odiá-la. A música é chiclete, tem uma letra divertida e eu adoro a melodia! Vale encarnar a “personagem” e – no meu caso – pensar num ex imaginário! Se você tiver um exemplo de verdade, melhor ainda! Uma das partes mais legais da música é quando a Taylor fala: “he calls me and he’s like ‘I still love you’ and I’m like ‘this is exhausting’, we are never getting back together. Like ever.”

Don’t Forget – Demi Lovato: essa é clássica! É antiga e continua sendo maravilhosa. Se você assistir ao clipe, dá para sentir a vibe e imitar a Demi na frente do espelho. O movimento clássico de ombros é sempre uma boa pedida! Definitivamente é diferente das músicas anteriores por ser bem triste, mas os sons da bateria e da guitarra dão uma animada! Minha parte favorita? O final, quando a música vai desaparecendo e ela quase chega a falar, não cantar: “Somewhere we went wrong, our love is like a song… But you won’t sing along. You’ve forgotten about… us. (e aquele DON’T FORGET baixinho haha)”

My Life Would Suck Without You:  Kelly Clarkson: você não sabe o que é se divertir se nunca cantou feito louca alguma das músicas da Kelly. Escolhi esta por ter feito um vídeo dublando há alguns anos atrás (graças a Deus não sei onde foi parar!) e me garantiu ótimos momentos! Dica: assista ao clipe! Vou falar que minha parte favorita é (novamente) a hora em que a música diminui o ritmo e ela canta: “Being with you is so dysfunctional. I really shoudn’t miss you, but I can’t let you go”.

Payphone – Maroon 5: Minha banda favorita não poderia deixar de aparecer por aqui! A letra dessa música é tão incrível que eu poderia facilmente pintá-la na parede do meu quarto para olhar e lembrar todo dia! “If happy ever after did exist, I would still be holding you like this… all these fairytales are full of s***, one more f****** love song, I’ll be sick”.

Hall of Fame – The Script: o maior desafio é conseguir aprender a letra da música, que consegue ser muito rápida em alguns momentos. Como o que vale é a intenção, rola aquele famoso “embromation” e a diversão acontece! Tem uma letra inspiradora e se você estiver precisando de estímulo para fazer algo, é uma boa pedida. “You can beat the world, you can beat the war, you can talk to God, go banging on his door”.

Ready or Not – Bridgit Mendler: apesar de só conhecer duas músicas dela, Bridgit é, para mim, a melhor cantora dessa nova “safra” de queridinhas da Disney, Nick e afins. Tem uma voz boa (inclusive ao vivo!) e os raps que ela faz nas músicas são sensacionais. Minha parte favorita (talvez, só talvez, tenha a ver com a citação de um certo casal que adoro): “Where have I seen you? You’ll be my William, I’ll be your Kate, livin’ like a fairytale”.

Grenade – Bruno Mars: sem dúvidas, um dos melhores cantores da atualidade. Ele é um dos poucos que transmitem na voz toda a emoção da letra e te faz sofrer (ou se animar) com ele! Ajuda o fato de Bruno ser o compositor, claro. “If my body was on fire, oh, you’d watch me burn down in flames. You said you love me, you’re a liar, cause you never, ever, ever did baby”.

Broken Hearted Girl – Beyoncé: fechando o #MinhaPlaylist com chave de ouro, Queen B! A letra dessa música é tão poderosa que faz você pensar que de fato, é o seu coração que foi partido! Agarre o cabo da escova com todas as suas forças e capriche na emoção! Now I’m in a place I thought I’d never be… living in a world that’s all about you and me…ain’t gotta be afraid my broken heart is free… spread my wings and fly AWAAAY, AWAAAAY WITH YOUUU”.

É isso, bookaholics! Espero que tenham gostado da #MinhaPlaylist número 2! Não esqueçam de comentar aqui embaixo. Você costuma cantar na frente do espelho? Já cantou alguma dessas músicas? Quais você canta? Não deixe de me contar.

 

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#MinhaPlaylist 01 – Músicas que me colocam para cima

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Se você me segue no Twitter, percebeu que esta semana não foi fácil para mim. Nem tudo foi ruim, já que a partir de tudo que aconteceu eu tive a ideia para a #MinhaPlaylist, que será postada toda Sexta-Feira aqui no blog, com temas diferentes. Vai variar de acordo com o meu humor semanal, com algo que vi na rua, com algum livro que li – e estou aceitando sugestões!

A #MinhaPlaylist número 1 tem como tema as 13 músicas (não, isto não tem nada a ver com o 13 da Taylor Swift, embora ela apareça aqui!) que sempre me colocam para cima – mesmo que a maioria delas tenha melodias beeem tristes – com suas letras inspiradoras que refletem tudo o que você queria ouvir de alguém – ou dizer a você mesma – nos momentos mais difíceis. Meu gosto musical é parecido com o de todo mundo (mesmo. Não tem nada de diferente nas coisas que escuto, não sou a única fã de uma banda de garagem da Escócia ou qualquer coisa do tipo) e mesmo que você tenha gostos diferentes (e conheça uma banda de garagem escocesa), provavelmente se identificará com alguma dessas canções.

Sempre postarei os clipes das músicas(se existirem) e uma playlist no kboing.com.br, para que vocês possam ouvir todas elas na sequência. Espero que gostem! E não esqueçam de me mandar suas sugestões!

-> Você pode ouvir as músicas nessa playlist especial do blog no Kboing

Who You Are – Jessie J: Essa música é (definitivamente) uma das minhas favoritas de todos os tempos. A letra composta por Jessie é capaz de te fazer acreditar em quem você é e no quanto você é especial (mesmo quando a gente pensa que é a pessoa mais chata/burra/feia do mundo). Meu trecho favorito:

“Às vezes é difícil seguir o seu coração, mas lágrimas não significam que você está perdendo, todo mundo está se machucando, apenas seja verdadeiro com quem você é”

Who Says – Selena Gomez: Essa música fala sobre julgamentos e a importância da aceitação (principalmente em relação a si mesma). A melodia é super divertida e vai te fazer balançar de um lado para o outro aí na cadeira. Meu trecho favorito:

“Quem disse que você não tem potencial? Quem disse que você não pode ser presidente? Quem disse que você não pode fazer filmes?”

Wings – Little Mix: A batida da música é contagiante e, aliada com uma letra poderosa, tem uma grande chance de se tornar uma das suas favoritas (se já não for!) Meu trecho favorito:

Não deixaremos ninguém nos derrubar, não importa o que você diga, não vai me machucar. Não importa se eu cair do céu, porque asas foram feitas para voar”

The Climb – Miley Cyrus: Precisei deixar claro que essa música é da antiga Miley Cyrus, não daquela que fica esfregando tudo numa bola de metal! Ela já cantou essa música linda até para o Barack Obama. Fala sobre todos os obstáculos que temos que ultrapassar para encontrar o que está guardado para nós do outro lado da montanha. É uma música muito triste, mas sempre me faz reerguer a cabeça! Meu trecho favorito:

“Sempre haverá uma outra montanha

Eu sempre vou querer movê-la

Sempre vai ser uma batalha difícil

Às vezes eu vou ter que perder

Não é sobre o quão rápido chegarei lá

Não é sobre o que está me esperando do outro lado

É a escalada” – Fonte: Vagalume

Skyscraper – Demi Lovato: Há alguém na face desta Terra que não tenha ouvido falar sobre os problemas da Demi, a reabilitação e a volta por cima? Essa música resume tudo isso e ainda serve de inspiração para o dia a dia, não importando qual tipo de problema você esteja passando. Meu trecho favorito:

“Você pode tirar tudo o que tenho, pode quebrar tudo o que sou, como se eu fosse feita de vidro, como se eu fosse feita de papel. Vá e tente me arrasar, eu estarei levantando do chão como um arranha-céus”

Fix You – Coldplay: Sempre que me perguntam qual é a minha música favorita, passo alguns minutos pensando. Talvez eu responda que é a última que ouvi, a última que me tocou ou que me fez lembrar de alguma coisa, porém, minha resposta sempre volta à Fix You. Você pode relacionar a letra com qualquer coisa: relacionamentos amorosos, família, escola, vida. A voz do Chris Martin e a melodia característica do Coldplay se unem a uma letra fantástica e resultam na minha música favorita. De todos os tempos. Um dos meus trechos favoritos:

“E as lágrimas continuam a rolar no seu rosto. Quando você perde algo que não consegue substituir, quando você ama alguém mas isso se desperdiça. Podia ser pior? 

Luzes vão te guiar para casa e incendiar seus ossos. E eu, eu tentarei consertar você”

Brave – Sara Bareilles: Conheço várias músicas da Sara, mas confesso que só ouvi falar de Brave depois de toda a confusão relacionada a Roar, da Katy Perry (na minha opinião, as músicas realmente são parecidas). A composição de Sara é inspiradora, o ritmo é divertido e o clipe mais ainda! Meu trecho favorito:

“Diga o que você quer dizer e deixe as palavras caírem. Honestamente, quero ver você ser corajoso”

Fuckin’ Perfect – Pink: como todas as letras da Pink, esta também é poderosíssima. Fala sobre pré-julgamentos e erros. A mensagem principal é a de que por mais que às vezes você esteja se sentindo um lixo, você é perfeita para alguém no mundo. O que é a mais pura verdade. Meu trecho favorito:

“Maltratada, deslocada, mal compreendida.”Espertona”, está tudo bem. Isso não me desacelerou. Errada, sempre em dúvida, subestimada, veja, ainda estou aqui”

Mean – Taylor Swift: Essa música é aquele recado que você tanto quer mandar para todo mundo que sempre te tratou mal sem motivo algum, que ficava feliz em te ver triste e que era tão desocupado ao ponto de passar mais tempo se preocupando com você do que com a própria vida. Ah, como conheci pessoas assim na minha vida! E ah, como queria mandar um CD com essa música para todas elas. Meu trecho favorito:

“Algum dia, estarei morando numa grande e velha cidade, e tudo que você será é malvado. Algum dia, serei tão grande que você não conseguirá me atacar, e tudo que você será é malvado”

Firework – Katy Perry: Com certeza você já ouviu essa música. Ela fala sobre momentos e sentimentos terríveis, mas que sempre precedem algo feliz. Meu trecho favorito:

“Você não precisa se sentir como um desperdício de espaço, você é original – não pode ser substituído. Se você apenas soubesse o que o futuro guarda – depois de um furação, vem um arco-íris”

Who’s Laughing Now -Jesse J: Primeiramente, assistam a esse clipe! Essa música acompanharia Mean naquele CD especial que eu adoraria entregar a muita gente! Fala sobre o poder das pessoas de destroçar os nossos espíritos, de nos ferir com palavras e sobre a nossa capacidade de um dia, olharmos para todas elas e nos questionar quem realmente está rindo por último. Meu trecho favorito:

“Agora você acha que me conhece. Esqueceu de como me fazia sentir quando você acabava com meu espírito? Mas obrigada pela dor, me fortaleceu, e eu ainda estou me erguendo”

Fix a Heart – Demi Lovato: Essa música também fala sobre o período difícil que a Demi passou e, principalmente o fato de que por mais que tentemos apagar nossas feridas, elas continuarão lá em algum lugar. Não sei exatamente porque essa música me coloca para cima, mas ela coloca! Meu trecho favorito:

“Você pode colocar uma atadura no machucado, mas nunca pode consertar um coração”.

Breaking Free – High School Musical: Essa lista não estaria completa sem Breaking Free. Além de High School Musical ter sido uma parte muito importante da minha vida e ter me dado de presente amigas incríveis, esta música sempre me coloca para cima quando penso que não conseguirei fazer algo, que sou a pessoa menos indicada para realizar tal tarefa e tento me colocar para baixo. Se eu gostasse de tatuagens (nada contra quem tem), este trecho seria o meu escolhido para ficar para sempre marcado em mim:

“Não existe uma só estrela no céu que não possamos alcançar”. 

Depois da minha frase inspiradora favorita, finalizo o primeiro #MinhaPlaylist! Espero que vocês tenham gostado e que não esqueçam de mandar suas sugestões!

Resenha: O Teorema Katherine / An Abundance of Katherines – John Green

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Embora eu seja uma grande fã do John Green, esta é a primeira resenha que faço dos livros dele. Por um simples motivo: se eu leio algo que me deixa reflexiva, que muda minha vida em vários aspectos e que não me deixa ler outra coisa por vários outros dias, não consigo resenhar. Nada que eu escrevesse faria jus a tudo que A Culpa é das Estrelas representa.

Isto quer dizer que a leitura de Katherines não me fez pensar, surtar e não conseguir ler outra coisa por muito tempo? Longe disso. A grande diferença é que eu me conectei com Colin Singleton (o personagem principal da história) de uma forma tão grande que em alguns momentos eu não sabia se era o personagem ou eu que estava “falando” tudo aquilo. Dessa forma, eu resolvi me desafiar e fazer esta resenha, porque será sobre um livro e um personagem incrível e também sobre mim, de algum jeito.

Colin Singleton é um garoto que se preocupa demais em ser importante. Quando criança, incentivado pelos pais, Colin desenvolveu um intelecto impressionante. Ele pode falar onze (!!!) línguas diferentes e tem uma habilidade surpreendente com anagramas. Ainda pequeno, participou de um reality show para prodígios e venceu, o que marcou sua vida para sempre.

“The other day, I told Hassan I wanted to matter – like, be remembered. And he said, ‘famous is the new popular’. Maybe he’s right, and maybe I just want to be famous. I was thinking about this tonight, actually, that maybe I want strangers to think I’m cool since people who actually know me don’t”. Página 66.

Um dia desses, eu disse a Hassan que queria ser importante – tipo, ser lembrado. E ele disse, ‘famoso é o novo popular’. Talvez ele esteja certo, e talvez eu só queria ser famoso. Eu estava pensando sobre isso hoje à noite, e na verdade, talvez eu queria que estranhos pensem que sou legal porque as pessoas que realmente me conhecem não pensam isso”.

Singleton não teve de lidar com inimigos externos durante a sua vida, somente com o pior de todos os adversários: ele mesmo. Como se superar? Como deixar de ser um prodígio e se tornar um gênio? Essa pergunta move a vida dele e interfere de forma direta nos seus DEZENOVE (!!!) relacionamentos com garotas que tinham algo em comum: todas eram Katherines.

“Dating, after all, only ends one way: poorly. If you think about it, and Colin often did, all romantic relationships end in either (1) breakup, (2) divorce, or (3) death.” Página 14.

“Namoros, afinal de contas, só terminam de um jeito: miseravelmente. Se você pensar sobre isso, e Colin sempre pensava, todos os relacionamentos amorosos terminam em (1) rompimento, (2) divórcio, ou (3) morte.”

É depois de ter levado um pé na bunda da Katherine XIX que Colin entra numa super crise existencial e sai numa viagem de carro sem destino conhecido com seu melhor amigo, Hassan. Você vai rir muito com os diálogos entre os dois! Eles têm um mundo próprio, com piadas internas (John vai fazer você se sentir dentro da amizade, não vai te deixar sobrando e vai te explicar todas elas) e muitas, muitas sacadas nerds (mais uma vez, John vai te deixar por dentro! Nunca apreciei tanto as notas nos finais das páginas!).

Nessa viagem, Colin decide criar um teorema que basicamente fará um raio-x dos relacionamentos, com uma resposta principal: o tempo de duração do namoro. Tendo como base suas Katherines, ele acredita que o teorema é tudo o que ele precisa para deixar de ser um prodígio fracassado e se tornar um gênio. Reconhecido. Famoso.

Não é somente Colin que tem problemas, Hassan também tem muitos. A questão é que ele não quer admitir. Vive em casa, sem estudar, sem trabalhar, sentado num sofá, comendo besteira e assistindo Judge Judy. Durante a viagem, viram que o corpo de Arquiduque Franz Ferdinand (sim, aquele cujo assassinato “desencadeou” a Primeira Guerra Mundial) estava enterrado a alguns quilômetros de onde estavam e resolveram fazer uma visita ao local. É nesse momento que eles chegam em Gutshot, uma cidade pequenininha do Tennessee (infelizmente, a cidade é completamente ficcional!) e conhecem Lindsey, a guia do túmulo do arquiduque. O que eles não esperavam era conseguir um emprego com a mãe de Lindsey e resolver ficar por ali.

Gutshot e Lindsey mudarão o modo como Colin e Hassan enxergavam a vida, mas como isso aconteceu você só saberá lendo o livro! A história é narrada em 3ª pessoa e John Green tem uma explicação para isso: o personagem é péssimo em narrar histórias, então não seria tão verdadeiro. Você vai querer ler o livro com um marcador de textos, um bloquinho, com post-it, qualquer coisa do tipo, porque não vai conseguir deixar de anotar as melhores frases da história. Uma das minhas notas favoritas é:
“The risk of being able to win over anyone, he found himself thinking, was that you might pick the wrong people”. Página 113.

“O risco de poder conquistar qualquer pessoa, ele pensou, é que você pode acabar escolhendo as pessoas erradas”.

Esta história vai te fazer pensar sobre o que realmente importa, e logo você vai querer que todas as pessoas que você conhece também leiam este livro (pensei que este efeito só era causado por A Culpa é das Estrelas, mas não!). Com tanto humor, drama e nerdices”, eu não poderia deixar de dar 5 baldes de pipoca para Teorema Katherine.

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p.s: O que torna John Green diferente de todos os outros autores na face da terra?
1 – A maneira como ele fala de assuntos científicos que te faz entender claramente.
2 – As referências a outros livros!
3 – Você aprende palavras em outras línguas!
4 – Se você não se conecta nem um pouquinho com nenhum dos personagens dele, tem um sério problema!
5 – As reflexões implícitas nas histórias que fazem você repensar a sua vida

(Esta lista pode continuar, mas a resenha ficaria extensa demais! Quem sabe um post só para apreciação do John Green? Quem sabe?).

p.s 2: PODEMOS FALAR SOBRE AS CAPAS DESSE LIVRO? Nunca fiz isso aqui no blog, mas ao fazer uma breve pesquisa, me deparei com diferentes capas incríveis e achei que vocês deveriam ver também! A Penguin Books, editora do John, fez um concurso para escolher a capa de uma edição especial do livro!

Estas não são as capas participantes do concurso (a capa da versão brasileira foi a vencedora, por sinal!)

KATHCERTO

Estas participaram e você pode ver a maioria delas aqui: http://www.tumblr.com/tagged/an-abundance-of-covers

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Qual é a sua favorita?

p.s 3: Quem estiver aí pensando: “POXA VIDA, QUERIA FAZER UMA CAPA TAMBÉM!” um concurso está acontecendo para decidir a capa do Price of Dawn, o livro tão citado em A Culpa é das Estrelas! CORRE!

Para Assistir com Pipoca: One Direction – This Is Us

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,Esse post provavelmente fará com que muita gente revire os olhos. É esse efeito que One Direction causa a quem não os conhece, ou o que qualquer outra banda/cantor/ator/coisa a quem também não sabe nada sobre. Indico This Is Us para essas pessoas que não fazem ideia do que é banda (exatamente como a senhora simpática que se sentou ao meu lado durante a sessão e que me perguntou: “O que eles cantam? A banda é boa?” recebendo um “Eu adoro! Espero que você goste e boa sorte!”). Boa sorte? Por qual motivo você deseja boa sorte a alguém na hora de assistir a um filme? Bom, se esse filme envolve milhões de fãs alucinadas cujas cordas vocais estão em pleno vapor, é uma ótima ideia desejar sorte (o que eu não tive, por sinal! Ganhei uma bela dor de cabeça! Obrigada, meninas!). 

Vou parar de reclamar e começar essa resenha! YAY! Continuando, This Is Us é realmente um filme para quem não conhece a banda ou pouco sabe sobre ela. Para fãs (ou quase-fãs, no meu caso, se é que isso existe) a parte legal do filme é assistir aos meninos cantando ao vivo e perceber que eles soam muuuuuuito melhor fora do estúdio. Fora isso, todas as informações do filme já eram conhecidas pelo fandom. Lógico que é divertido ver como eles interagem nos bastidores, mas acho que também já tínhamos material suficiente sobre isso.

Porque diabos estou reclamando tanto? Por um simples motivo: A MINHA MÚSICA FAVORITA NÃO ESTAVA NO FILME. Pois é. E se você conhece Best Song Ever e sabe que essa música foi feita para promover o filme, espere a decepção. A música não aparece em momento algum durante o filme! Exatamente como meu outro trauma, Safe and Sound em Jogos Vorazes. Valeu a pena por ter tido a oportunidade de conhecer outras músicas (além dos singles).

Morgan Spurlock, o diretor do filme, sem dúvidas fez um bom trabalho. Com sacadas inteligentes incluindo uma explicação científica do que o 1D causa nas fãs e alguns efeitos que aparecem durante as músicas (minha parte favorita! Pena que se eu falar vai perder a graça). Se você ainda não conhece o trabalho do Morgan, corra para assistir Super Size Me, uma crítica ao Mc Donald’s muito bem feita.

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A presença das famílias foi constante durante o filme e as namoradas cortadas (exceto pela namorada do Liam na época, Danielle, que aparece no finalzinho) – os garotos explicaram em entrevistas que o corte não foi proposital, mas, eu, você, todos nós sabemos que há todo um trabalho por trás, que não mostra as namoradas para que as garotas continuem sonhando em namorar com um deles. Um dos momentos mais emocionantes é o que aparece no trailer (aliás, se você assistiu ao trailer, viu o filme quase todo!), quando Zayn compra uma casa para sua mãe. É de arrepiar.

Você também aprenderá a respeitar muito mais os artistas em geral, ao ver o quanto eles trabalham (de verdade!). 10 minutos de sono, meses sem poder ver a família e um assédio louco (que apesar de tudo não foi abordado de forma ruim – lógico – no filme). Não posso contar quem aparece no filme, mas posso dizer que é muito engraçado ver os garotos na posição de fãs quando conhecem pessoas que eles admiram.

Eu não tenho dúvidas que a minha opinião acerca do filme irá melhorar assim que eu conseguir assisti-lo sem interferências externas, mas por enquanto eu dou três baldes de pipoca! Posso dar cinco baldes de pipoca só pelo início do filme, que foi hilário e muito fofo? Não?

p.s: Eu percebi que só citei os nome do Liam e do Zayn nesse post. Não foi proposital, até porque se eu escolhesse citar só um deles não seria o Liam! (Se você me segue no twitter, pessoa doida, sabe de quem estou falando!),

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