Resenha: Divergente – Veronica Roth

divergentecapa Eu não sei por que demorei tanto para ler Divergente. Talvez por medo de me decepcionar e não ser tudo aquilo que todo mundo fala ou por um medo maior ainda: o de ficar viciada. Bem, o que aconteceu foi: o livro é muito mais do que falam e sim, eu fiquei viciada. Não tem como não ser totalmente envolvida pela história e sentir a energia de todas as reviravoltas. Minha experiência com Divergente não foi somente mental, ela também foi física. Por diversas vezes eu me senti tão nervosa, ansiosa e amedrontada quanto os personagens e não foram poucas as vezes em que olhei para a tela do Kindle e tentei conversar com a Veronica Roth (para agradecê-la ou xingá-la).

Não tem como não se sentir parte daquele mundo distópico. Nele, todas as pessoas foram divididas em facções de acordo com sua vontade ou habilidade. Elas são: Amizade – as mais felizes, que passam o tempo colhendo maçãs e cantando; Erudição – a facção dos intelectuais; Abnegação: onde todos os altruístas pertenciam e, por isso, eram escolhidos para governar a cidade; Franqueza: todos aqueles que não conseguiam mentir deveriam fazer parte; e, por fim, a Audácia: a facção dos corajosos, dos que controlam o medo e protegem a cidade de todos os perigos.

A história gira em torno de Beatrice Prior, que faz parte da Abnegação porque é à ela que seus pais pertencem. Logo no início, o leitor sente como é fazer parte desta facção: deve-se abdicar de qualquer forma de egoísmo e individualidade e viver ajudando aos outros. Não podem olhar-se em um espelho por muito tempo ou comemorar aniversários, pois ambos seriam atos de autocomplacência. Beatrice e seu irmão, Caleb, finalmente atingem a idade em que podem prestar os Testes de Aptidão, que os ajudarão a escolher qual facção querem realmente pertencer: ficar na Abnegação, onde uma vida própria não era possível e todos tinham de andar nas ruas com suas roupas acinzentadas e cortes de cabelo parecidos para que não atraíssem atenção para si mesmos ou aventurar-se numa nova facção – e, com isso, trair sua família.

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Tudo parece estar correndo bem até o dia em que Beatrice faz seu Teste de Aptidão e descobre que não se encaixa em nenhuma das facções: ela não é altruísta o suficiente para a Abnegação, bondosa o bastante para a Amizade, inteligente para a Erudição, totalmente honesta para Franqueza ou extremamente corajosa para a Audácia. Beatrice Prior é uma Divergente. Mas o que isso significa? Até então, ela nunca tinha ouvido falar sobre Divergentes. E continuou sem saber muito. Tudo o que ela sabia é que deveria ficar calada, não dizer para ninguém o resultado e assim, jamais revelar o que de fato era.

Ao decidir a que facção gostaria de pertencer na Cerimônia de Escolha, ela não fazia ideia do quanto isso mudaria sua vida e a faria conhecer lados de si mesma que nunca pensou que existissem. Ela também não esperava que fosse necessária uma seleção dentre aqueles que decidiram fazer parte daquela facção e que nem todos teriam a oportunidade. Os que ficassem de fora se tornariam sem-facções e viveriam nas ruas, dependendo da solidariedade da Abnegação.

Ser escolhida para a tal facção não será fácil. Beatrice terá de lidar com dilemas em relação à amizade e aprender a combater seu pior inimigo: si mesma. O medo é algo que tem bastante destaque na história e dá ritmo a ela. Você torce para que os medos sejam vencidos e começa a pensar nos seus próprios e em como seria se tivesse que lidar com eles daquela forma.

–          “Meu instinto imediato é de pressionar você até que você ceda, só para ver o quanto terei de empurrar”.

–          “Por que… – Engulo em seco. – Por que este é o seu instinto imediato?

–          Porque o medo não faz com que você se apague; ele faz com que você acenda.”

divergenteÉ justamente para treiná-la para superar os medos e os inimigos que surge Quatro, o instrutor dos iniciandos. Misterioso, firme e um tanto assustador, ele vai te deixar curiosa para saber o que há por trás de toda aquela seriedade e bravura e o que o levou até ali. Intrigante seria uma boa forma de defini-lo. Confesso que nunca li algo em que a eletricidade entre dois personagens fosse tão palpável. O que conecta Quatro e Beatrice é tão forte que você se sente como um deles enquanto lê.

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Veronica Roth tem o poder de não deixar a história ficar monótona em momento algum. Quando você finalmente lembra de respirar – e de limpar suas mãos suadas na calça tanto quanto Beatrice faz – surge outra coisa na história que leva sua sanidade embora. É dramático, irônico e por muitas vezes engraçado. Há um tom de crítica presente na história – o que geralmente aparece em distopias – e ela se refere não só ao caráter das pessoas e a forma como elas se definem (como se só pudessem ter uma postura: ser franco, audacioso, bondoso, solidário ou esperto), mas também ao Governo em geral. A corrupção desencadeia os principais acontecimentos do livro e testa até que ponto as pessoas podem ser submissas e manipuladas.

Divergente tem um plano de fundo sério, que merece ser discutido, e personagens que cativam – mesmo que das formas mais estranhas possíveis. Para ele, dou 5 baldes de pipoca sem pensar duas vezes!561a7-5pipocas

A adaptação do livro estreia nos cinemas em Março do ano que vem e já tem um teaser de mais de um minuto que definitivamente merece ser visto! Shailene Woodley (repararam o quanto esta mulher está sendo citada no blog? Não tenho culpa se ela se envolve em todos os projetos que me animo para ver!) é Beatrice, Theo James (se você assiste Downton Abbey vai reconhecê-lo, mesmo que só tenha aparecido em um episódio) é Quatro, Kate Winslet (eu preciso mesmo dizer quem é Kate Winslet?) é Jeanine, a líder da Erudição, Miles Teller (lindo!!!) é Peter, um dos iniciandos na facção e Ansel Elgort (Augustus-Freaking-Waters) é Caleb, irmão de Beatrice. Como lidar com um filme em que Hazel e Gus são irmãos? Não sei!

E você, já leu Divergente? Está ansioso (a) para o filme? Comente aqui embaixo e surte comigo!

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A Culpa é das Estrelas – bastidores do set de filmagem

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2013 está sendo um ótimo ano para quem gosta de adaptações literárias para o Cinema. Tivemos Cidade dos Ossos, as filmagens de Divergente e Vampire Academy, as primeiras imagens de A Menina que Roubava Livros, o anúncio de que A Esperança seria dividido em dois filmes e a espera por Em Chamas (um pouco mais de 30 dias para o Massacre Quaternário!!!). Embora eu esteja muito (se você me conhece pessoalmente, sabe que é verdade) ansiosa para rever Katniss, Peeta, Gale e conhecer Finnick, nada se compara às emoções que estou tendo desde o anúncio da adaptação de A Culpa é das Estrelas. Se você ainda não leu o livro, o que está fazendo da sua vida?

Confesso que fiquei apreensiva no início – o que é compreensível quando você é muito fã de algum livro e anunciam que ele vai ser transformado em filme -, quem seria capaz de interpretar a ironia e beleza de Augustus Waters? Quem faria jus à Hazel Grace? E o roteiro? Ai meu Deus, o roteiro? Eles deixariam de fora muitas coisas importantes que acontecem no livro? Foi aí que John Green surgiu para me acalmar e dizer que acompanharia todo o processo. UFA!  Como ele mesmo disse, o filme não é dele, mas considerando que ele estava lá durante as gravações e a pré-produção, acho muito difícil que esse filme não esteja fadado à perfeição.

Lembro quando anunciaram que Shailene Woodley faria o papel de Hazel e do meu desespero para procurar filmes que ela já tivesse feito (afinal, nunca tinha visto A Vida Secreta de uma Adolescente Americana) e de como eu me acalmei depois de assistir a Os Descendentes – se você já assistiu ao filme, basta saber que fui convencida na cena da piscina. E o Gus? Quem seria o Gus?

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Soube via Twitter que Ansel Elgort havia sido escalado para o papel , ou seja, na hora não vi foto alguma. Estava apreensiva ao digitar o nome dele no Google e, mais uma vez, fui surpreendida. O Augustus da minha imaginação existia. Exatamente como pensei. O grande problema é que não tive como ver se Ansel era talentoso naquele momento – afinal, seus primeiros filmes ainda serão lançados -. Bastou que eu assistisse a uns 3 vídeos de entrevistas dele no Youtube para me apaixonar. O mais engraçado é que Ansel e Shailene atuam juntos em Divergente – e são IRMÃOS no filme!

Só faltava um ator ser escalado para eu me acalmar de vez. E esse ator foi Nat Wolff – se você era fã da Nickelodeon, da Miranda Cosgrove e, principalmente da Naked Brothers Band, sabe de quem estou falando. Infelizmente, eu não era nada disso, então tive que recorrer à filmografia de Nat para conhecê-lo melhor. Que grata surpresa foi descobrir que ele estava em Noite de Ano Novo e que, para conhecê-lo, eu assistiria ao filme pela 5ª vez sem focar em Zac Efron e Lea Michele.

Com tudo isso, eu não tive nada do que reclamar. Gostei dos atores e John Green estava envolvido – o que mais eu poderia querer? Durante a preparação para o filme, Shailene e John tiveram a ideia de estimular a doação de cabelo com o #HairForHazel. Ela postou um longo texto sobre a importância dos fios e a diferença que eles fazem na vida de alguém e bastou para que pessoas do mundo inteiro aderissem à ideia. Mais um ponto para ela!

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As filmagens começaram no finalzinho de Agosto e se até aquele momento eu não estava completamente apaixonada pelo elenco, me apaixonei. Nunca fui tão grata ao Tumblr, Instagram, Twitter e Youtube na vida! Vou tentar mostrar a vocês algumas das melhores postagens.

“Presente de aniversário dos produtores do filme de A Culpa é das Estrelas. Amo esses caras”. 

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“Hazel e Gus (mais conhecidos como Shailene Woodley e Ansel Elgort) sendo nerds/adoráveis no set”

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“Reunidos! Estamos todos animados, mas só Shailene está demonstrando”

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“Balançando com Hazel e Gus”

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Esse foi o primeiro vídeo que o John Green postou no set de TFiOS e nele você pode ver a animação dele ao mostrar o próprio trailer e a vergonha ao falar que não consegue parar de chorar por um segundo enquanto assiste às gravações.

Se você seguir John Green ou Ansel nas redes sociais, vai perceber um lindo bromance que surgiu entre os dois – e surtar com as nerdices de ambos. Esse relacionamento é muito claro nesse vídeo, em que John pergunta ao Ansel como ele descobriu que tinha conseguido o papel para o filme.

Nesse vídeo, John faz um Q&A com Nat Wolff  no qual eles explicam porque Isaac não é loiro no filme

Para acompanhar os bastidores das gravações, você pode seguir:

@AnselElgort no Instagram e Twitter

@ShaileneWoodley no Twitter

@JohnGreenWritesBooks no Instagram e Twitter + VlogBrothers no Youtube http://www.youtube.com/user/vlogbrothers/

E um tumblr feito por um membro da produção especialmente para postar uma foto da parte de trás da cabeça de John Green todos os dias: http://thebackofjohngreenshead.tumblr.com/

A data de estreia do filme foi anunciada ontem: 6 DE JUNHO DE 2014. Ou seja, temos um pouco mais de 8 meses para juntar as caixinhas de lenço!

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Resenha: O Livro das Princesas – Meg Cabot, Paula Pimenta, Lauren Kate e Patrícia Barboza

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Eu lembro do dia em que vi no Twitter da Paula Pimenta a notícia sobre O Livro das Princesas. Minha reação imediata foi pensar: ‘nossa, é realmente uma ótima ideia!’ e em seguida, lembrei da entrevista online que fiz com a Paula para o Caçadora de Livros (na época do lançamento de MVFS1), quando ela me disse que estava lendo Insaciável, da Meg Cabot, e que a autora era uma das suas favoritas. Imaginei como seria escrever “com” alguém que você admira tanto. Quando falei disso com a Paula ao vivo e a cores (ainda preciso acreditar que aquilo realmente aconteceu) ela me deu um sorriso e a confirmação de que a sensação era realmente incrível.

Além de Paula e Meg, a Galera Record convidou Patrícia Barboza (uma das pessoas mais simpáticas que já conheci na vida! Sabe quando você olha para a pessoa e pensa: ‘Meu Deus, queria ser amiga dela!’ ? Exatamente.) Ela já tem vários livros publicados e inclusive uma série, As Mais, cuja resenha você verá muito em breve aqui no Livro & Pipoca. Por fim, Lauren Kate (da série Fallen) completa o time.

Antes de começar a resenha, preciso contar um pouco sobre a minha experiência na sessão de autógrafos do livro aqui em Natal. Para isso, fiz um mini vídeo para vocês. Preciso contar do meu alívio por ninguém ter filmado minha reação quando vi Paula Pimenta e Patrícia Barboza pela primeira vez. Sério, eu nunca tinha sentido nada parecido! O sangue do meu corpo resolveu se concentrar em minhas mãos, que começaram a formigar, e lágrimas surgiram dos meus olhos sem qualquer tipo de esforço, apenas para coroar a emoção do momento. Não imaginei que sentiria algo assim. Foi incrível. Em um breve resumo, cheguei ao shopping por volta das 11 da manhã e já havia uma fila na frente da Saraiva. Confesso que não esperei que tanta gente fosse aparecer (se você mora em Natal, sabe que a maioria das pessoas não lê muito) e fiquei muito feliz por ter sido surpreendida. Conheci pessoas incríveis na fila, fiz várias amizades (olha aí, o poder da leitura unindo as pessoas!) que me ajudaram a passar as primeiras 6 horas na fila até a hora em que Paula e Patrícia chegaram e que ficaram comigo nas outras 6 horas esperando a sessão acabar para falarmos com as duas com mais calma. Infelizmente, quando faltavam 3 pessoas na fila do autógrafo, tive que ir embora! No entanto, as ótimas lembranças do dia continuarão no meu coração.

No vídeo, vocês poderão ver um breve momento em que elas autografam os livros e algumas fotos da fila! Mais de 300 senhas foram distribuidas, sucesso total. Esta sou eu com a Patrícia Barboza e a Paula Pimenta! Minha felicidade era perceptível, não é mesmo?

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Agora, vamos ao que interessa! Na primeira orelha do livro, você já encontra uma espécie de Carta de Recomendação de ninguém mais, ninguém menos que a Princesa Mia Thermopolis! De cara, você já entra no clima do livro. O primeiro conto é da Meg Cabot, que adaptou A Bela e a Fera para uma versão moderna, a qual deu o título de “A Modelo e o Monstro”.

A Belle da história é uma modelo muito famosa e é convidada para viajar num cruzeiro chiquérrimo com destino a São Paulo (créditos à Meg por citar o Brasil!). Ela não embarca sozinha, está acompanhada de seu pai, recém casado, da esposa dele, Vivian e da filha dela, Penny. Logo no início, Belle vê um homem com ar misterioso na sacada do quarto mais caro do navio e não consegue tirá-lo da cabeça. Muita coisa acontece antes deles finalmente se encontrarem e Belle descobrir porque ele não sai do quarto e tem tendência a ficar em locais escuros.

O amor de Belle pelos livros é algo que Meg dá grande destaque no conto, sem perder a essência original. O conto começa num ritmo incrível e vai se perdendo ao longo das páginas, mas não deixa de ser uma boa leitura – principalmente para quem está começando a se interessar pelo mundo dos livros agora.

Resenha: Um Homem de Sorte - Nicholas Sparks

Para a “Modelo e o Monstro”.

O segundo conto é a “Princesa Pop”, adaptação da Cinderella, escrita pela Paula Pimenta. Todos os ingredientes necessários para uma ótima história aparecem nele: música, romance, adversidades e um casal muito fofo que te deixa torcendo para que fiquem juntos. A personagem principal é a Cintia, que está no último ano do colégio e tem na música uma válvula de escape para os problemas que ela não pode controlar. Os pais tiveram uma separação difícil que resultou na mudança de sua mãe para o Japão, um novo casamento para o seu pai e uma vida completamente diferente para ela, ao ter que morar com a tia.

O mundo de Cintia desabou e as cores foram embora de sua vida – inclusive nas roupas. Tudo isso começa a mudar quando ela é convidada para tocar na festa das enteadas do pai, que estavam fazendo 15 anos. O problema é que o pai de Cintia não sabia sobre seu trabalho: ela era DJ. Ele havia obrigado a garota a aparecer na festa ou ela não teria algo que queria muito. Como aparecer na festa e ser a DJ, sem que seu pai notasse? É aí que a história começa e você se apaixona. Não estou brincando quando digo que você se apaixona. Mesmo. Porque é lá que você conhece Fredy Prince, um cantor super famoso entre as adolescentes e que fora contratado para fazer um show na festa. Como Cintia se envolve com Fredy – quem ela detesta, só para constar – você só descobre lendo! Te garanto, você não vai conseguir esquecer Fredy tão fácil.

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 Para “Princesa Pop”.

O próximo conto é da Lauren Kate, que escolheu se basear em A Bela Adormecida e se chama “Eclipse do Unicórnio”. As 3 primeiras páginas do conto vão te instigar, você vai pensar ‘nossa, essa história vai ser ótima’ e, infelizmente, isso não é verdade. A impressão que dá é que não houve muito esforço na hora de escrever, o que é muito chato, considerando que existem contos muito bons no livro e que você pode perceber o quanto as autoras se empenharam neles. Você se depara com os nomes dos personagens principais: Thalia e Percy e não consegue pensar em outra coisa a não ser: RICK RIORDAN.

Enfim, a história fala da princesa Thalia, que foi amaldiçoada com o sono eterno. Percy é um garoto americano que acabou de terminar um relacionamento e está fazendo uma excursão com sua turma para a França. Lá, ele visita um castelo quando se dispersa do grupo e percebe a existência de um outro castelo, com aparência mágica, e resolve conhecê-lo. Como Percy consegue quebrar a magia que protegia o castelo da entrada de qualquer pessoa e encontra Thalia, você só descobrirá lendo.

01c36-3pipocasPara “Eclipse do Unicórnio”. 
O último conto do livro surge para te alegrar depois da decepção do anterior. É “Do Alto da Torre”, a versão de Rapunzel da Patrícia Barboza. O conto, assim como “Princesa Pop”, tem tudo para te fazer se apaixonar: uma grande influência da Katy Perry, covers do Youtube, um cara super fofo e muita confusão! A personagem principal se chama Camila, uma garota que lida com algo que muita gente pode se identificar (eu, inclusive): paga uma promessa feita por outras pessoas. Ela não poderia cortar seu cabelo até o dia do aniversário de 15 anos. Seria fácil se a promessa tivesse sido feita quando Camila tinha 14 anos, mas não – ela tinha apenas onze. ONZE!

Seu grande sonho é ser uma cantora de sucesso e ela conta com a ajuda de Pedro, seu colega de sala super fofo (que Camila é muito cega para enxergar) para manter um canal no Youtube, chamado Do Alto da Torre, onde postam vídeos dela cantando suas músicas favoritas. O canal é um sucesso, mas ninguém sabe que Camila é a cantora dos vídeos, pois, sua Madrinha (com quem ela mora) é muito rígida e jamais permitiria que ela fizesse aquilo. O que acontece quando Camila finalmente completa 15 anos, corta o cabelo e se inscreve num show de talentos da escola formam a receita perfeita para um conto que vai te conquistar!

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 Para “Do Alto da Torre”.

Preciso dizer que eu amaria se “Princesa Pop”, “Do Alto da Torre” e “A Modelo e o Monstro” fossem transformados em livros! Alô? Galera Record? Está me ouvindo?

Eu poderia dar vários baldes de pipoca para “O Livro das Princesas” pela capa, que é a coisa mais fofa desse mundo e pelas ilustrações que antecedem cada conto. Lindo!

p.s: eu poderia dar ainda mais baldes de pipoca pelas citações de Kate e William, One Direction e Katy Perry ao longo dos contos. Tenho certeza que você daria também!