Você precisa assistir La La Land

Olá galera do Livro & Pipoca! O post de hoje traz um vídeo muito especial: minha review de La La Land, o novo filme do diretor Damien Chazelle (do maravilhoso Whiplash) estrelado por ninguém mais ninguém menos que Emma Stone e Ryan Gosling. Aperta o play aí, vai!

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Para assistir com pipoca: Jogos Vorazes – Em Chamas

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ALERTA: MUITOS INDÍCIOS DE FANGIRLING NESTA RESENHA.

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Peço desculpas se em algum momento nesta resenha eu perder totalmente o foco e começar a surtar. Você me entenderá se tiver assistido ao filme ou quando assistir, porque DEFINITIVAMENTE você não vai poder perder a chance de ver essa obra de arte.

Vim fazendo contagem regressiva para o dia de hoje desde que a data foi anunciada (e Deus abençoe a Paris Filmes por ter diminuido uma semana da minha espera) e obviamente, minhas expectativas eram altas. Posso dizer com firmeza que não estou desapontada, pelo contrário, minhas expectativas foram superadas!

Com um orçamento de aproximadamente 160 milhões de dólares, o dobro do primeiro filme, Em Chamas teve todo o suporte para ser um filme incrível, cheio de efeitos mais que especiais. O diretor, Francis Lawrence, com certeza soube aproveitar bem cada centavo. Meus olhos pareciam não acreditar na perfeição daquilo tudo. Nada que eu venha a escrever aqui fará jus a esse filme. Nada.

A história tem início com a preparação de Katniss e Peeta para a Turnê dos Vitoriosos, um tempinho depois da épica vitória de ambos no 74ª Jogos Vorazes. O normal seria que eles passassem por cada distrito, fizessem discursos, fossem às festas e ao final de tudo voltassem para casa, sãos e salvos. Eles não contavam com o fato de pessoas de vários distritos terem se inspirado no ato de bravura de Katniss e o encarado como um desafio à Capital (não uma prova de amor como tentaram fazê-los acreditar). Essas pessoas começaram a se rebelar contra o governo de Panem, o que aumentou ainda mais a raiva que o Presidente Snow já sentia de Everdeen. Dessa forma, ele a visita e a obriga a convencê-lo de seu amor por Peeta, acreditando que essa seria a única forma de fazer o resto de Panem acreditar também e, assim, controlar os levantes. É nesse momento que Katniss percebe que jamais poderá ser livre, e onde a frase de Haymitch sobre não existirem campeões dos jogos, e sim sobreviventes, se encaixa perfeitamente.

Fingir afeto por Peeta não seria um problema tão grande se ele não fosse perdidamente apaixonado por ela e uma terceira pessoa não fizesse parte dessa confusão toda. Gale. O melhor amigo de Katniss, que assistiu aos Jogos de casa e teve de suportar todo o romance da sua amada com outro homem. Gale vai surgir nesse filme de uma forma muito diferente do primeiro, mais firme, mais maduro, com mais certeza do que quer, e cuja personalidade revolucionária já começa a se cristalizar.

CAT2A Turnê dos Vitoriosos não é bem sucedida e o Presidente Snow, com a ajuda do novo Idealizador dos Jogos, Plutarch Heavensbee, resolve reunir tributos vitoriosos de todos os distritos na 75ª edição dos Jogos Vorazes, mais conhecida como o Massacre Quaternário. Ora, seus problemas estariam resolvidos, tendo em vista que Katniss era a única vencedora mulher do Distrito 12 e, portanto, não podia escapar da arena. cfgif

cat1Com a nova edição dos Jogos, surgem novos personagens, como Finnick Odair – interpretado pelo incrível Sam Claflin – e Johanna Mason – vivida pela surpreendente Jena Malone, que vão conquistar o público. O Presidente Snow só não contava com o que os “novos” tributos fariam na Arena, e isso eu não vou falar! Você tem que assistir para saber! Pelo menos não falarei nessa parte do post. Se você não tiver assistido ainda, não leia NADA a partir da palavra SPOILERS.

Para você que não viu o filme ainda, prepare-se para se encantar por Finnick Odair e pelo show de interpretação que Sam Claflin deu ao encarnar esse personagem. A minha grande surpresa foi a Johanna de Jena Malone (a única atriz do cast que não me convencia de jeito nenhum), que parecia ter sido tirada diretamente da minha mente enquanto lia as cenas daquela personagem. Os antigos personagens, Katniss, Peeta, Haymitch, Effie, Prim e companhia, surgiram de formas completamente diferentes do primeiro filme.

Jennifer Lawrence, indiscutivelmente, poderia receber sua segunda indicação ao Oscar pela atuação de Em Chamas. Você simplesmente não consegue acreditar que é uma atriz interpretando a personagem, de tão perfeita que a construção de Katniss é. Josh Hutcherson surge bem mais maduro, com um Peeta machucado, de coração partido, que convence de verdade. CAT5

Woody Harrelson e seu Haymitch, sempre com aquele humor negro contagiante, te arrancará boas risadas. Effie Trinket deixará seu lado materno aflorar e sentirá bastante a volta de seus pupilos à Arena. Elizabeth Banks, mais uma vez, arrasou no papel. Outro que deu um show no filme foi Stanley Tucci e seu Caesar Flickermann. Se ele já tinha arrasado no primeiro filme, nesse ele conseguiu se superar! As expressões e risadas daquele homem eram muito boas mesmo.

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Senti falta de mais cenas entre Prim e Katniss, de momentos de cumplicidade entre as duas – afinal, tudo isso começou por causa dela., mas nada que fizesse o filme perder o sentido.

Em Chamas tem uma qualidade infinitamente superior ao de seu antecessor e não te deixa nem sequer piscar os olhos. A maneira com que Francis Lawrence abordou a história, sendo tão fiel ao livro (nunca vi uma adaptação ser tão fiel, na verdade) e sendo capaz de incluir algumas surpresas ao longo do filme e no final, é impressionante. Sabe quando você termina de ler algo incrível e tem uma vontade imediata de mandar um e-mail/carta/sinal de fogo para o autor no intuito de agradecê-lo pelo que escreveu? Tive essa mesma vontade em relação a Francis Lawrence. Se alguém tiver o e-mail/endereço/telefone dele, me avise aqui nos comentários (risos).

A trilha sonora do filme também é maravilhosa, com músicas do The Lumineers, Coldplay, Christina Aguilera, Sia, Lorde e tantos outros. Vale a pena ser ouvida e você pode fazer isso (se tiver o iTunes) clicando neste link.

Para Jogos Vorazes – Em Chamas, dou todas as pipocas do mundo! 5 baldes não são suficientes.

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Se você não viu o filme ainda, não continue a ler esta resenha. ALERTA DE SPOILERS! Depois não diga que eu não avisei.

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MELHOR FILME DA MINHA VIDA! MEU DEUS DO CÉU, O QUE FOI ISSO? EU NÃO CONSEGUIA NEM RESPIRAR DIREITO! AQUELE BEIJO EXTRA ENTRE GALE E KATNISS???? OBRIGADA SENHOR PELA EXISTÊNCIA DE FRANCIS LAWRENCE! OBRIGADA, MIL VEZES OBRIGADA!

Não me entenda mal. Amo Katniss e Peeta, surto em todas as cenas deles juntos, mas não consigo deixar de shippar Gale e Katniss também! E aquele beijo extra me desestabilizou legal. Enfim, depois de deixar clara a minha felicidade em relação a essa surpresa, vou começar a falar dos outros momentos que me deixaram tão louca que não conseguia ficar sentada direito na poltrona, nem parar de bater palmas, ou gritar, ou chorar, ou ter sérios ataques de fangirl. Vou começar a listar os momentos em que mais surtei e já peço desculpas se não fizer muito sentido.

O que foi Johanna Mason se revoltando contra a capital e mandando todos se f****? GENTE! Todas as cenas em que ela aparecia eram totalmente enérgicas e eu não conseguia parar de rir! Aquela cena do elevador vai direto para a minha lista de melhores cenas da vida! A cara de safado de Josh Hutcherson e a de ciumenta de Jennifer Lawrence estavam impagáveis. IMPAGÁVEIS!

Confesso que não senti falta alguma da Madge no filme, e o fato de a Katniss ter visto as imagens dos levantes no trem e não na casa da amiga, não fez diferença alguma para mim. Esse foi um dos únicos momentos em que o roteiro não seguiu à risca o que estava nas páginas do livro, além de terem feito Katniss contar a Haymitch e Peeta juntos sobre a visita de Snow, sem enganar o boy with the bread como fez no livro.

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Os dois momentos em que mais chorei foram a morte do Cinna (palmas para Jennifer Lawrence naquela cena e em todas as outras, na verdade), igualzinha a versão de Suzanne Collins, e a despedida de Effie, Peeta e Katniss antes dos jogos. Não aguentei Effie Trinket se desmanchando em lágrimas, não mesmo!

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A parte em que todos os tributos dão as mãos, e depois só aparecem as sombras de todos eles me deixou sem fôlego. A respiração boca à boca de Finnick em Peeta – achei ofensiva aquela quantidade de tentativas, quando podia muito bem ser eu no lugar de qualquer um dos dois, né? – e o desespero de Katniss também foram marcantes.

A fofura de Mags, o desespero de Finnick ao ouvir a voz de Annie, Wiress tão surtada quanto eu imaginei, me fizeram gostar ainda mais do filme. E a perfeição com que criaram todos aqueles efeitos e bestantes? Sem palavras.

O momento em que Katniss enforca Seneca Crane e faz uma reverência aos Idealizadores dos Jogos = INESQUECÍVEL.

TODAS as cenas de Peeta e Katniss demonstravam a química maravilhosa entre Jennifer e Josh e eram tão convincentes, tão convincentes que todo o desespero que senti pelos personagens no livro voltou à tona. A cena em que ele entrega o medalhão e Katniss finalmente deixa transparecer que precisa dele, UAU, apenas UAU.

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Aquela cena em que Katniss está sendo retirada da Arena foi uma das minhas favoritas, com as expressões de Jennifer focalizadas assim como na última cena, em que as lágrimas secavam e Katniss mudava seu semblante de derrota para um de determinação, aceitando ser o tordo e preparada para se vingar da Capital. Que grande sacada do diretor, genial, genial, genial, não me canso de dizer isso.

O filme inteiro foi tão surtante que eu preciso voltar ao cinema pelo menos mais 2 vezes para poder olhar cada cena com mais cuidado. E SURTAR AINDA MAIS, CLARO!

Resenha: Percy Jackson e o Mar de Monstros

ImagemAcabei de voltar do cinema, após a melhor surpresa de todas: Mar de Monstros nada tem a ver com a    maneira como conduziram Ladrão de Raios. Ufa. Nada daqueles efeitos baratos, história sem nexo,      desrespeito total ao livro, não, nada disso! Dessa vez funcionou! E saí de lá muito, muito feliz.

Percy Jackson se vê num conflito existencial: será que é realmente forte, será que é realmente bom    ou só teve sorte e por isso conseguiu salvar o Olimpo na sua aventura anterior? É essa questão que dá  origem a história de Percy Jackson e o Mar de Monstros.

Sempre tentando contato com o pai, o deus dos mares Poseidon, e sem obter respostas, Percy está chegando a conclusão de que não é um heroi e só conseguiu o feito anterior porque Annabeth e Grover estavam ao seu lado. No meio dessa confusão mental, Percy recebe um presente – ou não -, vindo de Poseidon, que deixará a história mais fofa e mais bonita: seu meio irmão Tyson. E ele não é semideus. É um ciclope. Você já consegue imaginar como todos irão reagir ao descobrir que Percy, além de não ser o único filho de Poseidon, deve dividir a honra com um… ciclope?

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A barreira mágica que protege o Acampamento Meio-Sangue é rompida e uma nova profecia surge. Com isso, o acampamento corre perigo e a vida dos semideuses também. É claro que Percy, Annabeth e Grover não vão ficar sentados esperando alguém salvar o dia (e suas vidas), e por isso saem numa missão em busca do Velocino de Ouro, que é capaz de trazer de volta à vida tudo e qualquer coisa. O que eles não contavam é que estariam acompanhados nessa busca, por alguém cujas intenções não eram tão boas quanto levar o Velocino de Ouro de volta ao acampamento, reavivar a árvore protetora e salvar a todos.

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Os efeitos são incríveis (principalmente se comparados aos do primeiro filme), os atores são bons e realmente convencem. O que você vai ver de diferente nesse filme? Os semideuses tem tablets. Sim, tablets! Muito mais humor – palmas para as cenas do Senhor D., e profundidade nas relações familiares. Sim, familiares, porque a relação de Percy e Annabeth infelizmente não é explorada romanticamente nesse filme – assim como não é muito clara nesse livro. Você vai se emocionar com as cenas entre Percy e Tyson, garanto!

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O que levarei de Percy Jackson: Mar de Monstros? Que devemos acreditar no nosso potencial, jamais duvidar de quem somos. Que família erra, assim como todo mundo. E que não importa o que aparentamos ser, como nos veêm. O que importa é o que realmente somos.

p.s: Os primeiros minutos do filme (que é em 3D) realmente te fazem achar que está no fundo do mar. É lindo!
Para Percy Jackson e o Mar de Monstros, dou 4 pipocas. Só porque eu acho que faltou romance! E romance é vida, haha.Resenha: Um Homem de Sorte - Nicholas Sparksficha

Pra Assistir com Pipoca: Katy Perry – Part of Me 3D

Sempre que algum filme como Never Say Never ou Miley Cyrus: Best of Both Worlds estreia uma polêmica vem à tona: porque mais uma vez os famosos se aproveitam de um momento de sucesso, lançam um filme com uma história nada inspiradora, nada relevante na intenção de ganhar mais e mais dinheiro à custa de seus fãs? Pois bem, eu respondo: a polêmica vem à tona a partir de pessoas que não foram ao cinema assistir a esses filmes. Não que eu esteja defendendo Bieber ou Cyrus, estou apenas dizendo que é melhor assistir antes de falar. Mesmo. É isso que está acontecendo com Katy Perry – Part of Me que teve sua estreia hoje no Brasil – depois de flopar nas bilheterias americanas.

Com os mesmos produtores de Never Say Never, Katy apostou em nada mais que a realidade. Permitiu que as câmeras a filmassem em seus momentos mais vulneráveis – destaque para o momento em que “cai a ficha” do divórcio de Russell Brand -, mais emocionantes e mais engraçados. As redes sociais também têm papel principal – mensagens de katycats e tweets da própria Katy “narram” os acontecimentos da sua história. Claro, tudo isso ocorre enquanto um mega show acontece.

Sem esquecer de sucessos como “I Kissed a Girl” (destaque para o momento em que ela tem de decidir sobre este e outros dois singles), “Thinking of You” (numa versão acústica muito melhor que a gravada em estúdio), e surpresas como um cover de “Dance With Somebody” da Whitney Houston e uma linda versão de “Hey Jude” dos Beatles. Sem dúvidas, um CD deste filme estaria na minha lista de compras. As versões tinham mais energia, mais emoção e mais verdade que quando gravadas para o álbum comercial.
Mostrando a trajetória de Katy desde sua participação num coral Evangélico – seu pai pregava a palavra de Deus e sua mãe também é extremamente religiosa, o que fez com que os dois não deixassem que Katy e seus irmãos (Angelica e David [lindo!!!!] que por sinal aparecem bastante no filme) não conhecessem nenhuma música que não fosse gospel. Até o momento em que Katy estava na casa de uma amiga e “Oughta Know” de Alanis Morrisette tocou.

Esse foi o momento que mudou a vida de Katy. A partir daí, você poderá ver a batalha da cantora em várias gravadoras e inclusive perceber que uma delas manteve Katy presa a sua lista de cantores para que ela não assinasse com outra gravadora e se tornasse um sucesso. Junto a isso, há a luta dela por ser Katy Perry, extrovertida e dinâmica, e não um produto que todas as gravadoras queriam que ela fosse.

E Russell Brand? Cadê? Ao contrário do que todo mundo pensa, ela NÃO tratou de Russell como um monstro em momento algum. Mas a emoção do filme definitivamente foi trazida por ele, quando vemos o Conto de Fadas de Katy se tornar um pesadelo e sentimos nosso coração apertar (e as lágrimas descerem) enquanto ela desaba e precisa tomar uma decisão: ou se entrega à tristeza ou se apresenta para os milhares de fãs que a esperavam em São Paulo. Como ela mesmo diz em suas letras sobre relacionamentos: “não é como nos filmes, mas deveria ser”. Não dá para contar mais que isso a respeito desse momento: você vai ter que ver para sentir.

Relatos como o da avó de Katy (super fofa!), seus pais, seus melhores amigos, empresário e estilista contribuem bastante para o desenrolar do filme. Vale destacar que amigos famosos da cantora também aparecem no filme. Quem são? Não conto!
Não posso terminar sem citar uma das frases que mais me marcou, vinda de Tamra (assistente de Katy): “As pessoas se enganam quando acham que Katy é uma marionete. Katy é a presidente de Katy Perry”. Sim, é perceptível que Katy dá ideias e participa intensamente da “empresa/produto” Katy Perry. E ela não está nem aí para quem acha que não é verdade.

A relação com os fãs, com a família (momentos muito, muito emocionantes com a irmã), e com seu “time” do dia-a-dia transformam o que seria só mais um documentário num filme super interessante, inspirador e que mostra que sim, é possível conquistar os sonhos se você persistir e principalmente seguir um conselho da Rainha dos gatos: “Be Yourself and You Can Be Anything”. “Seja você mesmo e você pode ser quem quiser”.

Para Katy Perry – Part of Me, dou 3 baldes de pipoca!

               E você? O que vai assistir neste final de semana?

Estreia da Semana: "Noite de Ano Novo"

Sabe qual é a receita de um filme que chama a atenção de toda e qualquer pessoa nesse mundo?
Coloque um rockstar no elenco, atores que fizeram sucesso em outras franquias e fazem em seriados, com uma boa música, num cenário incrível. O resultado? O novo filme de Garry Marshall, nos padrões de “Idas e Vindas do Amor”, “Noite de Ano Novo”. 

O que você nunca espera de um elenco estelar prepare-se para ver em New Years Eve. Jon Bon Jovi com Katherine Heigl, Ashton Kutcher com nossa amada Rachel Berry, digo, Lea Michele, Hilary Swank e Robert DeNiro, Abigail Breslin e Jake T. Austin, além dos últimos porém não menos importantes [lá vou eu, incrivelmente suspeita para falar dele] Zac Efron e Michelle Pfeiffer. 


Desejos para o ano seguinte, pendências do ano que está acabando, surpresas e boa música também fazem parte do filme. Garantia de boas risadas, talvez até algumas lágrimas [acredite, com DeNiro, que está a beira da morte em seu papel] e com certeza – MUITOS SUSPIROS com um time pra lá de MA-RA-VI-LHO-SO 
formado por Efron, Kutcher e Duhamel.


Perdoem-me, mas eu adoraria incluir aí também meu tão sonhado parceiro de trabalho Ryan Seacrest! Que será quem comandará a CONTAGEM REGRESSIVA na Times Square, palco da tão esperada meia-noite. 


Ontem, em Los Angeles, o filme teve sua premiere com toooodos esses famosos [mais parecia uma noite de Oscar ou coisa do tipo] passando por um tapete preto super extenso e acenando para os milhares de fãs que estavam ali [que com certeza não se aglomeraram para desejar Ano Novo, né?]. 


Enfim, espero que nessa Sexta-Feira vocês façam uma boa escolha na hora de ir ao cinema e assistam “Noite de Ano Novo”! Quando voltarem, deem uma passadinha aqui e me contem se meu conselho valeu ou não! Tenho certeza que valerá! Enquanto isso, fiquem com o trailer oficial, legendado: 


Segunda-Feira Hollywoodiana

Sejam MUUITO Bem Vindos a I Segunda-Feira Hollywoodiana!

Confesso que faço um post sobre filmes como se estivesse brincando. É um lugar, é um assunto, é algo que eu sempre gostei de falar, de ver, de procurar, e onde eu sonho em um dia trabalhar! Mas vocês não vieram aqui para ler sobre os meus sonhos, certo? Então vamos direto ao ponto: Os novos trailers, os filmes que em breve estarão nos emocionando e nos fazendo rir nas salas de cinema! 


Uma pergunta: O que “Te Amarei Para Sempre” e “Diário de Uma Paixão” tem em comum?
Eu sei a resposta que veio a sua cabeça!!! LÁGRIMAS, certo? 


Errado.

Quer dizer, essa é uma resposta aceitável, e se você ainda não assistiu os dois primeiros filmes aqui vai uma dica: CORRA E ASSISTA! A resposta, na verdade é: RACHEL MCADAMS.
A incrível, sensacional, maravilhosa, incomparável Rachel McAdams. Já deu pra reparar com esses adjetivos que eu sou fã dela? Não? Então lá vai: linda, talentosa… Ok. Você já entendeu. Essa introdução toda é para o filme “The Vow” traduzido como “Para Sempre” aqui no Brasil [Já repararam que é difícil para esses tradutores fazer uma tradução correta? Eles traduzem “Pé” como “Cabeça” ou coisa do tipo!]. 

Rachel é Kim Carpenter, uma jovem recém casada que sofre um acidente de carro com seu marido, Krickitt – interpretado pelo também maravilhoso, sensacional, lindo, incrível e talentoso Channing Tatum, afinal, quem não lembra de Querido John? – e, ao despertar no hospital, não consegue se lembrar de nada que aconteceu nos 5 anos anteriores. E foi justamente aí que ela conheceu seu marido, apaixonou-se, fez novos amigos e casou-se. Ou seja: Ela não lembra do amor de sua vida. 


Com uma pitada de “Como Se Fosse A Primeira Vez”, Krickitt não irá desistir da amada – apesar de sofrer bastante ao perceber que o amor de sua vida não lembrava sequer de seu nome – e tentará conquistar o seu amor pela segunda vez. ISSO É QUE EU CHAMO DE HOMEM PERFEITO!


Apesar de já ter falado desse tanto, o trailer fala por si só. E confesso: já choro só assistindo a ele! 

A trilha sonora do filme [e já está no trailer, inclusive] fica por conta de ninguém mais, ninguém menos que Taylor Swift com Enchanted. Melodia linda, letra mais bonita ainda. Vou colar um trecho aqui para vocês perceberem como tem tudo para realmente ser a música do filme!

Seus olhos sussurraram “Já nos conhecemos?”
Do outro lado da sala sua silhueta começa a fazer sentido pra mim
A conversa brincalhona começa
Contra todas as suas observações rápidas como passar bilhetinhos
E foi encantador conhecê-lo
Tudo que posso dizer é que eu estava encantada em conhecê-lo

O filme tem data de estreia nos EUA no Valentine’s Day, que, pra gente é dia 14 de Fevereiro! Torcendo para que a data seja a mesma! E um lembrete: a história é baseada em fatos REAIS!

Vamos falar de Footloose. Não aquela versão com o Kevin Bacon, e sim a nova versão! Muita música, dança e pitadinha de drama, né? 


Com Julianne Hough (Burlesque e nova versão de Rock of Ages) e data de estreia para o 1º dia de 2012. 

Sem muita diferença em relação à versão original, o rebelde Ren MacCormack será vivido desta vez por Kenny Wormald e se apaixonará por Ariel Moore, que é a personagem de Julianne. Criado em uma cidade grande, Ren se mudará para uma cidade pequena, onde o rock’n roll foi banido. E é aí que a história começa. Quem consegue viver sem música? E ainda mais alguém criado numa cidade grande, onde existem festas em todos os lugares a toda hora? 

Abaixo, vocês conferem o trailer da nova versão!


Amanhã, aqui no Livro & Pipoca, trago a estreia da semana: NEW YEARS EVE! Ou “Noite de Ano Novo”. Com o trailer oficial, os personagens e novas entrevistas com os atores. Algumas palavras chave para que vocês consigam entender o tamanho da minha animação com esse filme? EFRON! KUTCHER! DUHAMEL! LUDACRIS! BON JOVI!

Estreia da Semana: "Um Dia"

 “Um dia” é uma adaptação Hollywoodiana do livro de mesmo título de David Nicholls, que tem estreia marcada para o Brasil nessa sexta-feira (02).  Nos papeis principais de Emma Morley e Dexter, temos a sempre incrível Anne Hathaway – afinal, quantos conseguem sair de um filme infantil do Disney Channel e ir parar na A-list de Hollywood, com indicação ao Oscar e vários filmes maravilhosos? Não muitos! – e o também incrível Jim Sturgess, bastante conhecido por seu papel em Across The Universe.


Se você ainda não leu o livro, alerto que o post está cheio de SPOILERS!

Emma e Dexter se formaram juntos, mas ela era aquela típica tímida nerd, que apesar de sempre ter sentido algo por ele enquanto estudavam na mesma turma, nunca se declarou. Ele, o típico garanhão, rico e despreocupado, não havia notado Emma em nenhum dos anos anteriores até o dia de sua formatura, quando os dois – um pouco bêbados – vão para o apartamento dela e quase tem uma relação. Era 15 de Julho, e não esqueça essa data, afinal, os próximos 20 anos serão contados nesse exato dia e mês.

A cada ano, Emma e Dexter se encontravam no tal 15 de Julho. Nos primeiros anos, Emma se muda para Londres, sonhando com a vida de escritora, mas na verdade se esconde num restaurante mexicano, onde conhece Ian – com quem se relacionará nos anos seguintes – enquanto Dexter se torna um apresentador famoso de TV. Emma e Dexter continuaram apoiando um ao outro em seus dramas pessoais – como a doença da mãe de Dex – e a falta de coragem de Emma.
No entanto, muitos anos depois, Emma decide que, apesar de amá-lo, não gosta mais da pessoa em que ele se tornou. Metido, bêbado e desinteressado pela vida.


Mais tarde, eles se reencontram no casamento de amigos da faculdade, e é aí que decidem não mais perder o contato e também é aí que Dex entrega o convite de seu casamento para Emma e revela que será pai.
Traído pela mulher com seu grande amigo, Dexter viaja à Paris, onde Emma agora é uma conhecida escritora, decidido a ficar e se declarar para ela. Mas Emma não está sozinha. Ela namora Jean Pierre, um músico. Obviamente, Dexter se sente mal por não poder ficar com ela e resolve pegar o próximo trem de volta para casa.
Mas Emma não está disposta a perdê-lo outra vez, e corre atrás dele. Com toda sua luz e graça, Emma transforma Dex no cara que ele sempre foi por dentro, um maravilhoso e dedicado marido e pai para Jasmine, sua filha, que sempre ia visitá-los. Durante uma dessas visitas, Emma confessa para Dex que tem vontade de ser mãe, mãe do filho do homem que ela ama. Dexter, é claro, fica feliz e eles começam uma longa jornada de tentativa de uma gravidez.
Em 15 de Julho de 2006, quando Emma já estava deprimida por não conseguir engravidar, gasta sua energia na natação e manda um recado para o marido, dizendo que iria se atrasar, mas deixando claro que o amava, e que já já chegaria.
Emma nunca chegou. Foi atingida por um automóvel e morreu naquele 15 de Julho, deixando um Dex solitário, depressivo e que, enquanto não recebeu um toque de seu pai – de que ele deveria viver da mesma forma que viveria se Emma estivesse viva – e do ex de Emma, Ian, – que ele era iluminado por Emma, e só ele conseguia fazê-la feliz. Nesse dia, também 15 de Julho, Dex acordou novamente para a vida. Com o amor ainda maior por Emma, mas decidido a ser o cara que ela sempre quis que ele fosse.
Para “Um Dia” eu dou 3 pipocas.
A fotografia do filme é linda, os atores tem uma química perceptível, a história é envolvente, te prende e emociona. Mas Emma não merecia aquele final. Claro que não podemos mudar o que o autor escreveu, mas Hollywood bem que podia ter sido um pouco mais justo que o autor na hora de fazer o script do filme, não? Ainda estou com um nó na garganta e algumas lágrimas que teimam em cair enquanto escrevo essa “crítica”, porque é um amor lindo de se ver, com um final terrível. Eles tentam amenizar, mostrando Jasmine e ele, mas Emma merecia mais.