John Green e Nat Wolff no Brasil + Concurso do “Fantástico”

Olá Bookaholics! Vocês devem saber que o John Green e o Nat Wolff estiveram no Brasil durante a semana passada para promover “Cidades de Papel”, certo? Os dois visitaram o Cristo Redentor, tomaram banho no mar carioca e de quebra, o John Green ainda passeou de helicóptero e gravou participação em “Malhação”. Esta não foi a única coisa que ele fez com a Rede Globo, o John foi entrevistado pela Poliana Abritta e 3 fãs sortudos que venceram um concurso lançado no final de semana passado pelo programa.

Era basicamente o seguinte: você tinha que mandar um vídeo de no máximo 1 minuto contando porque merecia entrevistar o John Green. Se você costuma acompanhar o Livro & Pipoca, sabe que o John Green é um dos meus autores favoritos e pessoas preferidas no mundo inteiro, então é claro que paguei um mico básico e enviei vídeo também! Infelizmente não fui selecionada (ou não estaria viva para contar sobre isso a vocês haha), mas resolvi fazer o upload do vídeo no Youtube e postá-lo aqui para que vocês vejam. Me diverti muito produzindo esse vídeo tão curtinho, mas tão trabalhoso. Minha amiga Laryssa Aguiar foi um anjo e me ajudou com a edição (o prazo era super curto e eu estava mega atarefada), então deixo aqui o meu muito obrigada, Lary! É tão bom saber que tenho amigos que apoiam esses meus sonhos loucos, viu?

Enfim, esse foi o meu vídeo, espero que vocês gostem! Resolvi fazer uma releitura dos dois trailers oficiais de “Cidades de Papel” usando bonecos e… adivinhem… papel! (risos) Me contem aqui embaixo o que vocês acharam, tá?

Confira mais fotos dos dias de John Green e Nat Wolff no Brasil:

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Resenha: “Quase Uma Rockstar” – Matthew Quick

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Primeiramente, preciso dizer que esperava bem mais desse livro. Talvez pelo título, talvez por ter amado “O Lado Bom da Vida” (também escrito pelo Matthew Quick) ou talvez por realmente querer ler algo legal. Não fiquei completamente desapontada, mas faltou algum elemento na história que não me permitisse que eu a esquecesse tão rapidamente.

“Quase Uma Rockstar” é a história de Amber Appleton, uma garota extremamente otimista, que mora no ônibus escolar que sua mãe alcoólatra dirige, tem um cachorro fofo chamado Bobby Big Boy (mais conhecido como BBB) e faz parte de um grupo chamado “Os Cinco”, formado pelos alunos mais desprezados da sua escola e liderados pelo professor mais desprezado do corpo docente.

A vida de Amber só não é uma total catástrofe porque ela pode contar com o apoio de Donna, mãe do seu melhor amigo Rick e seu maior modelo de inspiração. É na casa de Donna que Amber se alimenta, toma banho e deixa BBB quando vai para a escola ou vai ministrar aulas na Igreja do Padre Chee, onde ensina mulheres coreanas a língua inglesa através de músicas de divas americanas. Além disso, Amber também é voluntária em uma casa de repouso, onde semanalmente faz debates acirrados com uma senhora niilista, animando um pouco o ambiente.

Quando um verdadeiro desastre acontece na vida de Amber, ela percebe que apesar de achar que não possui mais nada, na verdade ela tem tudo. É justamente nesse momento que todo o bem que Amber fez para os outros volta na mesma intensidade para ela e é aí que temos a mensagem por trás do livro. Recomendo a leitura para um momento de descanso, já que o ritmo da escrita é bastante leve.

Para “Quase Uma Rockstar” dou três baldes de pipoca. 
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12 coisas que você não deve ter notado no trailer de “A Culpa é das Estrelas”

Olá, bookaholics! Como vocês devem saber, o trailer de A Culpa é das Estrelas foi liberado essa semana e eu não consegui parar de chorar ainda se você tiver se emocionado tanto quanto eu, não conseguiu notar alguns elementos naqueles maravilhosos minutos. Encontrei uma lista de “12 coisas que você deve ter perdido no trailer de ACEDE” no http://tfios-movie.blogspot.com.br/2014/01/12-things-you-might-have-missed-in.html , achei incrível e pedi permissão para traduzir e postar aqui. Dessa forma, todos os créditos ao http://tfios-movie.blogspot.com.br/, um fansite super fofo que vocês deveriam visitar.

ATENÇÃO: SE VOCÊ NÃO LEU “A CULPA É DAS ESTRELAS”, É MELHOR NÃO CONTINUAR A LEITURA DESSE POST. SPOILER ALERT

1 – O pôster do The Hectic Glow

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Olha aí a banda favorita de Augustus Waters no quarto de Hazel Grace.

2 – O sutiã roxo

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No livro, Hazel menciona estar usando um sutiã roxo durante aquela cena sexy.
“Tolamente, me dei conta de que minha calcinha rosa não combinava com meu sutiã roxo, como se os garotos reparassem nisso.”

3 – O diagrama de Venn

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(dispensa qualquer detalhe)

4 – A maneira de andar do Gus

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Para com isso, Ansel
5 – Ceci n’est pas une pipe shirt

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6 – As lágrimas do Gus
Muita gente não o viu chorar de primeira. Agora, compartilhe sua dor. De nada.

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7 – A declaração de amor de Gus

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No livro, acontece durante o voo para Amsterdam. No filme, será durante o jantar chique já na cidade. Que romântico. *suspira*

8 – Música
A música do trailer nos dá uma ideia dos gêneros que poderemos ouvir no soundtrack de ACEDE. Josh Boone (o diretor) é conhecido pelo seu amor à música e o supervisor musical Season Kent é bastante experiente.
Músicas do trailer:

What You Wanted – One Republic
We’re on Our Way – Radical Face
Sun – Sleeping at Last

9 – Hazel recebendo a ligação

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“(…) quando peguei o celular da mesa de cabeceira e vi Mãe do Gus na identificação da chamada, tudo dentro de mim desmoronou. Ela só chorava do outro lado da linha, e me disse que sentia muito, eu disse que sentia muito também, e ela me contou que ele havia ficado inconsciente por algumas horas antes de morrer.”

10 – Vermelho

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Estávamos discutindo se a camisa vermelha do Gus tinha um significado mais profundo e chegamos a uma teoria: já que Augustus veste a camisa vermelha, da mesma cor do balanço, poderia ser foreshadowing (se você nos entende. Desculpe).

obs.: não encontrei uma palavra exata para traduzir foreshadowing, mas é como se fosse uma dica, uma introdução do que pode vir a acontecer no futuro da história.

11 – A primeira imagem

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A primeira imagem é das estrelas. Das estrelas.

12 – A última imagem

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Outra de nossas teorias: na linguagem dos sinais, a posição das mãos dela significa amor. Agora vamos chorar.

Logo depois, vários comentários surgiram na postagem com outras coisas que as leitoras perceberam. Vamos a mais algumas:
* As unhas da Hazel estão pintadas num tom quase azul escuro

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* O carro da Mônica tem a exata mesma cor descrita no livro. Um verde bem forte.

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* A prótese do Gus ao lado da cama naquela cena.

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É isso, gente! Para ver o trailer de novo (e procurar todos esses itens, é claro haha), legendado, basta apertar o play aqui embaixo.
A Culpa é das Estrelas estreia no Brasil, pela Fox Films, dia 15 de Agosto, exatos 2 meses e 9 dias de diferença dos Estados Unidos.

Resenha: O Teorema Katherine / An Abundance of Katherines – John Green

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Embora eu seja uma grande fã do John Green, esta é a primeira resenha que faço dos livros dele. Por um simples motivo: se eu leio algo que me deixa reflexiva, que muda minha vida em vários aspectos e que não me deixa ler outra coisa por vários outros dias, não consigo resenhar. Nada que eu escrevesse faria jus a tudo que A Culpa é das Estrelas representa.

Isto quer dizer que a leitura de Katherines não me fez pensar, surtar e não conseguir ler outra coisa por muito tempo? Longe disso. A grande diferença é que eu me conectei com Colin Singleton (o personagem principal da história) de uma forma tão grande que em alguns momentos eu não sabia se era o personagem ou eu que estava “falando” tudo aquilo. Dessa forma, eu resolvi me desafiar e fazer esta resenha, porque será sobre um livro e um personagem incrível e também sobre mim, de algum jeito.

Colin Singleton é um garoto que se preocupa demais em ser importante. Quando criança, incentivado pelos pais, Colin desenvolveu um intelecto impressionante. Ele pode falar onze (!!!) línguas diferentes e tem uma habilidade surpreendente com anagramas. Ainda pequeno, participou de um reality show para prodígios e venceu, o que marcou sua vida para sempre.

“The other day, I told Hassan I wanted to matter – like, be remembered. And he said, ‘famous is the new popular’. Maybe he’s right, and maybe I just want to be famous. I was thinking about this tonight, actually, that maybe I want strangers to think I’m cool since people who actually know me don’t”. Página 66.

Um dia desses, eu disse a Hassan que queria ser importante – tipo, ser lembrado. E ele disse, ‘famoso é o novo popular’. Talvez ele esteja certo, e talvez eu só queria ser famoso. Eu estava pensando sobre isso hoje à noite, e na verdade, talvez eu queria que estranhos pensem que sou legal porque as pessoas que realmente me conhecem não pensam isso”.

Singleton não teve de lidar com inimigos externos durante a sua vida, somente com o pior de todos os adversários: ele mesmo. Como se superar? Como deixar de ser um prodígio e se tornar um gênio? Essa pergunta move a vida dele e interfere de forma direta nos seus DEZENOVE (!!!) relacionamentos com garotas que tinham algo em comum: todas eram Katherines.

“Dating, after all, only ends one way: poorly. If you think about it, and Colin often did, all romantic relationships end in either (1) breakup, (2) divorce, or (3) death.” Página 14.

“Namoros, afinal de contas, só terminam de um jeito: miseravelmente. Se você pensar sobre isso, e Colin sempre pensava, todos os relacionamentos amorosos terminam em (1) rompimento, (2) divórcio, ou (3) morte.”

É depois de ter levado um pé na bunda da Katherine XIX que Colin entra numa super crise existencial e sai numa viagem de carro sem destino conhecido com seu melhor amigo, Hassan. Você vai rir muito com os diálogos entre os dois! Eles têm um mundo próprio, com piadas internas (John vai fazer você se sentir dentro da amizade, não vai te deixar sobrando e vai te explicar todas elas) e muitas, muitas sacadas nerds (mais uma vez, John vai te deixar por dentro! Nunca apreciei tanto as notas nos finais das páginas!).

Nessa viagem, Colin decide criar um teorema que basicamente fará um raio-x dos relacionamentos, com uma resposta principal: o tempo de duração do namoro. Tendo como base suas Katherines, ele acredita que o teorema é tudo o que ele precisa para deixar de ser um prodígio fracassado e se tornar um gênio. Reconhecido. Famoso.

Não é somente Colin que tem problemas, Hassan também tem muitos. A questão é que ele não quer admitir. Vive em casa, sem estudar, sem trabalhar, sentado num sofá, comendo besteira e assistindo Judge Judy. Durante a viagem, viram que o corpo de Arquiduque Franz Ferdinand (sim, aquele cujo assassinato “desencadeou” a Primeira Guerra Mundial) estava enterrado a alguns quilômetros de onde estavam e resolveram fazer uma visita ao local. É nesse momento que eles chegam em Gutshot, uma cidade pequenininha do Tennessee (infelizmente, a cidade é completamente ficcional!) e conhecem Lindsey, a guia do túmulo do arquiduque. O que eles não esperavam era conseguir um emprego com a mãe de Lindsey e resolver ficar por ali.

Gutshot e Lindsey mudarão o modo como Colin e Hassan enxergavam a vida, mas como isso aconteceu você só saberá lendo o livro! A história é narrada em 3ª pessoa e John Green tem uma explicação para isso: o personagem é péssimo em narrar histórias, então não seria tão verdadeiro. Você vai querer ler o livro com um marcador de textos, um bloquinho, com post-it, qualquer coisa do tipo, porque não vai conseguir deixar de anotar as melhores frases da história. Uma das minhas notas favoritas é:
“The risk of being able to win over anyone, he found himself thinking, was that you might pick the wrong people”. Página 113.

“O risco de poder conquistar qualquer pessoa, ele pensou, é que você pode acabar escolhendo as pessoas erradas”.

Esta história vai te fazer pensar sobre o que realmente importa, e logo você vai querer que todas as pessoas que você conhece também leiam este livro (pensei que este efeito só era causado por A Culpa é das Estrelas, mas não!). Com tanto humor, drama e nerdices”, eu não poderia deixar de dar 5 baldes de pipoca para Teorema Katherine.

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p.s: O que torna John Green diferente de todos os outros autores na face da terra?
1 – A maneira como ele fala de assuntos científicos que te faz entender claramente.
2 – As referências a outros livros!
3 – Você aprende palavras em outras línguas!
4 – Se você não se conecta nem um pouquinho com nenhum dos personagens dele, tem um sério problema!
5 – As reflexões implícitas nas histórias que fazem você repensar a sua vida

(Esta lista pode continuar, mas a resenha ficaria extensa demais! Quem sabe um post só para apreciação do John Green? Quem sabe?).

p.s 2: PODEMOS FALAR SOBRE AS CAPAS DESSE LIVRO? Nunca fiz isso aqui no blog, mas ao fazer uma breve pesquisa, me deparei com diferentes capas incríveis e achei que vocês deveriam ver também! A Penguin Books, editora do John, fez um concurso para escolher a capa de uma edição especial do livro!

Estas não são as capas participantes do concurso (a capa da versão brasileira foi a vencedora, por sinal!)

KATHCERTO

Estas participaram e você pode ver a maioria delas aqui: http://www.tumblr.com/tagged/an-abundance-of-covers

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Qual é a sua favorita?

p.s 3: Quem estiver aí pensando: “POXA VIDA, QUERIA FAZER UMA CAPA TAMBÉM!” um concurso está acontecendo para decidir a capa do Price of Dawn, o livro tão citado em A Culpa é das Estrelas! CORRE!

Especial: Dia dos Melhores Amigos nos Livros!

20 de Julho – dia do amigo! O Livro & Pipoca não poderia deixar de lembrar esta data, homenageando não só todos os amigos reais, aqueles que puxam nossa orelha quando necessário, colocam a gente pra cima e estão sempre ali para o que der e vier – mas os amigos nos nossos livros também! E olha que essas amizades da lista a seguir sobreviveram desde os deuses do Olimpo até os Jogos Vorazes!
Annabeth, Grover e Percy – Esse trio do acampamento meio-sangueprova que por mais que as diferenças sejam incontáveis, uma amizade pode dar certo quando existe confiança. Aliás, confiar no outro é algo que eles fizeram muito! Derrotar deuses gregos, encontrar a saída de um misterioso labirinto, destruir os seres mais temidos de toda a História não é coisa para qualquer amizade, não é mesmo? Tem que ser forte! Além disso, tem um certo casal que não se contentou em ser chamado só de amigo
Cinna e Katniss – A amizade mais improvável foi capaz de salvar vidas. O estilista da Capital e o tributo do Distrito 12, juntos, estabeleceram uma relação incrível, daquelas que permitem que conheça um ao outro apenas por um olhar, daquelas que venceram até a distância e puderam ajudar o outro a vencer. Cinna não desenhou somente o Tordo, mas uma bela amizade com Katniss no meio de tanto sofrimento.

Harry, Ron e Hermione– Amizade que nem se fala! Tem tudo que uma boa amizade tem: brigas, conselhos, lágrimas, uma pitadinha de ciúmes de vez em quando, muita “tiração de onda” e mais que tudo isso, esses três são verdadeiros salva-vidas um do outro! Os bruxinhos amadureceram e passaram por todos os momentos mais emocionantes e tristes juntos, mas foram mais fortes e continuaram a ser amigos mesmo depois de muito tempo – virando até uma família! Hermione casando com Rony, que virou cunhado de Harry! Amizade é mesmo uma família que a gente escolhe!

Natália, Gabi, Ana Elisa e Fani – As personagens de Fazendo Meu Filme são amigas como as nossas amigas, completamente reais, engraçadas, chatas, choronas, conselheiras e irmãs. São ciumentas como a Gabi, histéricas como a Natália, carinhosas como a Ana Elisa e metidas em todo tipo de confusão como a Fani.

Bella e Jacob – Essa amizade é capaz de sobreviver ao sobrenatural, de permanecer viva mesmo quando tudo está contra os dois – seja um casamento com o pior rival de Jacob ou tentativas absurdas de se jogar em águas perigosas – e continuar existindo mesmo depois de uma tentativa de virar algo mais que apenas “amigos”. Jacob se torna um protetor, um maravilhoso “aquecedor” e lindo professor de direção de motocicletas… Além de um salva-vidas incrível.

É isso, bookaholics! Quais amizades literárias você mais admira? Quais desses personagens te fazem lembrar dos seus próprios amigos?

Feliz dia do Amigo!!!