Resenha: O Livro das Princesas – Meg Cabot, Paula Pimenta, Lauren Kate e Patrícia Barboza

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Eu lembro do dia em que vi no Twitter da Paula Pimenta a notícia sobre O Livro das Princesas. Minha reação imediata foi pensar: ‘nossa, é realmente uma ótima ideia!’ e em seguida, lembrei da entrevista online que fiz com a Paula para o Caçadora de Livros (na época do lançamento de MVFS1), quando ela me disse que estava lendo Insaciável, da Meg Cabot, e que a autora era uma das suas favoritas. Imaginei como seria escrever “com” alguém que você admira tanto. Quando falei disso com a Paula ao vivo e a cores (ainda preciso acreditar que aquilo realmente aconteceu) ela me deu um sorriso e a confirmação de que a sensação era realmente incrível.

Além de Paula e Meg, a Galera Record convidou Patrícia Barboza (uma das pessoas mais simpáticas que já conheci na vida! Sabe quando você olha para a pessoa e pensa: ‘Meu Deus, queria ser amiga dela!’ ? Exatamente.) Ela já tem vários livros publicados e inclusive uma série, As Mais, cuja resenha você verá muito em breve aqui no Livro & Pipoca. Por fim, Lauren Kate (da série Fallen) completa o time.

Antes de começar a resenha, preciso contar um pouco sobre a minha experiência na sessão de autógrafos do livro aqui em Natal. Para isso, fiz um mini vídeo para vocês. Preciso contar do meu alívio por ninguém ter filmado minha reação quando vi Paula Pimenta e Patrícia Barboza pela primeira vez. Sério, eu nunca tinha sentido nada parecido! O sangue do meu corpo resolveu se concentrar em minhas mãos, que começaram a formigar, e lágrimas surgiram dos meus olhos sem qualquer tipo de esforço, apenas para coroar a emoção do momento. Não imaginei que sentiria algo assim. Foi incrível. Em um breve resumo, cheguei ao shopping por volta das 11 da manhã e já havia uma fila na frente da Saraiva. Confesso que não esperei que tanta gente fosse aparecer (se você mora em Natal, sabe que a maioria das pessoas não lê muito) e fiquei muito feliz por ter sido surpreendida. Conheci pessoas incríveis na fila, fiz várias amizades (olha aí, o poder da leitura unindo as pessoas!) que me ajudaram a passar as primeiras 6 horas na fila até a hora em que Paula e Patrícia chegaram e que ficaram comigo nas outras 6 horas esperando a sessão acabar para falarmos com as duas com mais calma. Infelizmente, quando faltavam 3 pessoas na fila do autógrafo, tive que ir embora! No entanto, as ótimas lembranças do dia continuarão no meu coração.

No vídeo, vocês poderão ver um breve momento em que elas autografam os livros e algumas fotos da fila! Mais de 300 senhas foram distribuidas, sucesso total. Esta sou eu com a Patrícia Barboza e a Paula Pimenta! Minha felicidade era perceptível, não é mesmo?

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Agora, vamos ao que interessa! Na primeira orelha do livro, você já encontra uma espécie de Carta de Recomendação de ninguém mais, ninguém menos que a Princesa Mia Thermopolis! De cara, você já entra no clima do livro. O primeiro conto é da Meg Cabot, que adaptou A Bela e a Fera para uma versão moderna, a qual deu o título de “A Modelo e o Monstro”.

A Belle da história é uma modelo muito famosa e é convidada para viajar num cruzeiro chiquérrimo com destino a São Paulo (créditos à Meg por citar o Brasil!). Ela não embarca sozinha, está acompanhada de seu pai, recém casado, da esposa dele, Vivian e da filha dela, Penny. Logo no início, Belle vê um homem com ar misterioso na sacada do quarto mais caro do navio e não consegue tirá-lo da cabeça. Muita coisa acontece antes deles finalmente se encontrarem e Belle descobrir porque ele não sai do quarto e tem tendência a ficar em locais escuros.

O amor de Belle pelos livros é algo que Meg dá grande destaque no conto, sem perder a essência original. O conto começa num ritmo incrível e vai se perdendo ao longo das páginas, mas não deixa de ser uma boa leitura – principalmente para quem está começando a se interessar pelo mundo dos livros agora.

Resenha: Um Homem de Sorte - Nicholas Sparks

Para a “Modelo e o Monstro”.

O segundo conto é a “Princesa Pop”, adaptação da Cinderella, escrita pela Paula Pimenta. Todos os ingredientes necessários para uma ótima história aparecem nele: música, romance, adversidades e um casal muito fofo que te deixa torcendo para que fiquem juntos. A personagem principal é a Cintia, que está no último ano do colégio e tem na música uma válvula de escape para os problemas que ela não pode controlar. Os pais tiveram uma separação difícil que resultou na mudança de sua mãe para o Japão, um novo casamento para o seu pai e uma vida completamente diferente para ela, ao ter que morar com a tia.

O mundo de Cintia desabou e as cores foram embora de sua vida – inclusive nas roupas. Tudo isso começa a mudar quando ela é convidada para tocar na festa das enteadas do pai, que estavam fazendo 15 anos. O problema é que o pai de Cintia não sabia sobre seu trabalho: ela era DJ. Ele havia obrigado a garota a aparecer na festa ou ela não teria algo que queria muito. Como aparecer na festa e ser a DJ, sem que seu pai notasse? É aí que a história começa e você se apaixona. Não estou brincando quando digo que você se apaixona. Mesmo. Porque é lá que você conhece Fredy Prince, um cantor super famoso entre as adolescentes e que fora contratado para fazer um show na festa. Como Cintia se envolve com Fredy – quem ela detesta, só para constar – você só descobre lendo! Te garanto, você não vai conseguir esquecer Fredy tão fácil.

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 Para “Princesa Pop”.

O próximo conto é da Lauren Kate, que escolheu se basear em A Bela Adormecida e se chama “Eclipse do Unicórnio”. As 3 primeiras páginas do conto vão te instigar, você vai pensar ‘nossa, essa história vai ser ótima’ e, infelizmente, isso não é verdade. A impressão que dá é que não houve muito esforço na hora de escrever, o que é muito chato, considerando que existem contos muito bons no livro e que você pode perceber o quanto as autoras se empenharam neles. Você se depara com os nomes dos personagens principais: Thalia e Percy e não consegue pensar em outra coisa a não ser: RICK RIORDAN.

Enfim, a história fala da princesa Thalia, que foi amaldiçoada com o sono eterno. Percy é um garoto americano que acabou de terminar um relacionamento e está fazendo uma excursão com sua turma para a França. Lá, ele visita um castelo quando se dispersa do grupo e percebe a existência de um outro castelo, com aparência mágica, e resolve conhecê-lo. Como Percy consegue quebrar a magia que protegia o castelo da entrada de qualquer pessoa e encontra Thalia, você só descobrirá lendo.

01c36-3pipocasPara “Eclipse do Unicórnio”. 
O último conto do livro surge para te alegrar depois da decepção do anterior. É “Do Alto da Torre”, a versão de Rapunzel da Patrícia Barboza. O conto, assim como “Princesa Pop”, tem tudo para te fazer se apaixonar: uma grande influência da Katy Perry, covers do Youtube, um cara super fofo e muita confusão! A personagem principal se chama Camila, uma garota que lida com algo que muita gente pode se identificar (eu, inclusive): paga uma promessa feita por outras pessoas. Ela não poderia cortar seu cabelo até o dia do aniversário de 15 anos. Seria fácil se a promessa tivesse sido feita quando Camila tinha 14 anos, mas não – ela tinha apenas onze. ONZE!

Seu grande sonho é ser uma cantora de sucesso e ela conta com a ajuda de Pedro, seu colega de sala super fofo (que Camila é muito cega para enxergar) para manter um canal no Youtube, chamado Do Alto da Torre, onde postam vídeos dela cantando suas músicas favoritas. O canal é um sucesso, mas ninguém sabe que Camila é a cantora dos vídeos, pois, sua Madrinha (com quem ela mora) é muito rígida e jamais permitiria que ela fizesse aquilo. O que acontece quando Camila finalmente completa 15 anos, corta o cabelo e se inscreve num show de talentos da escola formam a receita perfeita para um conto que vai te conquistar!

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 Para “Do Alto da Torre”.

Preciso dizer que eu amaria se “Princesa Pop”, “Do Alto da Torre” e “A Modelo e o Monstro” fossem transformados em livros! Alô? Galera Record? Está me ouvindo?

Eu poderia dar vários baldes de pipoca para “O Livro das Princesas” pela capa, que é a coisa mais fofa desse mundo e pelas ilustrações que antecedem cada conto. Lindo!

p.s: eu poderia dar ainda mais baldes de pipoca pelas citações de Kate e William, One Direction e Katy Perry ao longo dos contos. Tenho certeza que você daria também!

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#MinhaPlaylist 01 – Músicas que me colocam para cima

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Se você me segue no Twitter, percebeu que esta semana não foi fácil para mim. Nem tudo foi ruim, já que a partir de tudo que aconteceu eu tive a ideia para a #MinhaPlaylist, que será postada toda Sexta-Feira aqui no blog, com temas diferentes. Vai variar de acordo com o meu humor semanal, com algo que vi na rua, com algum livro que li – e estou aceitando sugestões!

A #MinhaPlaylist número 1 tem como tema as 13 músicas (não, isto não tem nada a ver com o 13 da Taylor Swift, embora ela apareça aqui!) que sempre me colocam para cima – mesmo que a maioria delas tenha melodias beeem tristes – com suas letras inspiradoras que refletem tudo o que você queria ouvir de alguém – ou dizer a você mesma – nos momentos mais difíceis. Meu gosto musical é parecido com o de todo mundo (mesmo. Não tem nada de diferente nas coisas que escuto, não sou a única fã de uma banda de garagem da Escócia ou qualquer coisa do tipo) e mesmo que você tenha gostos diferentes (e conheça uma banda de garagem escocesa), provavelmente se identificará com alguma dessas canções.

Sempre postarei os clipes das músicas(se existirem) e uma playlist no kboing.com.br, para que vocês possam ouvir todas elas na sequência. Espero que gostem! E não esqueçam de me mandar suas sugestões!

-> Você pode ouvir as músicas nessa playlist especial do blog no Kboing

Who You Are – Jessie J: Essa música é (definitivamente) uma das minhas favoritas de todos os tempos. A letra composta por Jessie é capaz de te fazer acreditar em quem você é e no quanto você é especial (mesmo quando a gente pensa que é a pessoa mais chata/burra/feia do mundo). Meu trecho favorito:

“Às vezes é difícil seguir o seu coração, mas lágrimas não significam que você está perdendo, todo mundo está se machucando, apenas seja verdadeiro com quem você é”

Who Says – Selena Gomez: Essa música fala sobre julgamentos e a importância da aceitação (principalmente em relação a si mesma). A melodia é super divertida e vai te fazer balançar de um lado para o outro aí na cadeira. Meu trecho favorito:

“Quem disse que você não tem potencial? Quem disse que você não pode ser presidente? Quem disse que você não pode fazer filmes?”

Wings – Little Mix: A batida da música é contagiante e, aliada com uma letra poderosa, tem uma grande chance de se tornar uma das suas favoritas (se já não for!) Meu trecho favorito:

Não deixaremos ninguém nos derrubar, não importa o que você diga, não vai me machucar. Não importa se eu cair do céu, porque asas foram feitas para voar”

The Climb – Miley Cyrus: Precisei deixar claro que essa música é da antiga Miley Cyrus, não daquela que fica esfregando tudo numa bola de metal! Ela já cantou essa música linda até para o Barack Obama. Fala sobre todos os obstáculos que temos que ultrapassar para encontrar o que está guardado para nós do outro lado da montanha. É uma música muito triste, mas sempre me faz reerguer a cabeça! Meu trecho favorito:

“Sempre haverá uma outra montanha

Eu sempre vou querer movê-la

Sempre vai ser uma batalha difícil

Às vezes eu vou ter que perder

Não é sobre o quão rápido chegarei lá

Não é sobre o que está me esperando do outro lado

É a escalada” – Fonte: Vagalume

Skyscraper – Demi Lovato: Há alguém na face desta Terra que não tenha ouvido falar sobre os problemas da Demi, a reabilitação e a volta por cima? Essa música resume tudo isso e ainda serve de inspiração para o dia a dia, não importando qual tipo de problema você esteja passando. Meu trecho favorito:

“Você pode tirar tudo o que tenho, pode quebrar tudo o que sou, como se eu fosse feita de vidro, como se eu fosse feita de papel. Vá e tente me arrasar, eu estarei levantando do chão como um arranha-céus”

Fix You – Coldplay: Sempre que me perguntam qual é a minha música favorita, passo alguns minutos pensando. Talvez eu responda que é a última que ouvi, a última que me tocou ou que me fez lembrar de alguma coisa, porém, minha resposta sempre volta à Fix You. Você pode relacionar a letra com qualquer coisa: relacionamentos amorosos, família, escola, vida. A voz do Chris Martin e a melodia característica do Coldplay se unem a uma letra fantástica e resultam na minha música favorita. De todos os tempos. Um dos meus trechos favoritos:

“E as lágrimas continuam a rolar no seu rosto. Quando você perde algo que não consegue substituir, quando você ama alguém mas isso se desperdiça. Podia ser pior? 

Luzes vão te guiar para casa e incendiar seus ossos. E eu, eu tentarei consertar você”

Brave – Sara Bareilles: Conheço várias músicas da Sara, mas confesso que só ouvi falar de Brave depois de toda a confusão relacionada a Roar, da Katy Perry (na minha opinião, as músicas realmente são parecidas). A composição de Sara é inspiradora, o ritmo é divertido e o clipe mais ainda! Meu trecho favorito:

“Diga o que você quer dizer e deixe as palavras caírem. Honestamente, quero ver você ser corajoso”

Fuckin’ Perfect – Pink: como todas as letras da Pink, esta também é poderosíssima. Fala sobre pré-julgamentos e erros. A mensagem principal é a de que por mais que às vezes você esteja se sentindo um lixo, você é perfeita para alguém no mundo. O que é a mais pura verdade. Meu trecho favorito:

“Maltratada, deslocada, mal compreendida.”Espertona”, está tudo bem. Isso não me desacelerou. Errada, sempre em dúvida, subestimada, veja, ainda estou aqui”

Mean – Taylor Swift: Essa música é aquele recado que você tanto quer mandar para todo mundo que sempre te tratou mal sem motivo algum, que ficava feliz em te ver triste e que era tão desocupado ao ponto de passar mais tempo se preocupando com você do que com a própria vida. Ah, como conheci pessoas assim na minha vida! E ah, como queria mandar um CD com essa música para todas elas. Meu trecho favorito:

“Algum dia, estarei morando numa grande e velha cidade, e tudo que você será é malvado. Algum dia, serei tão grande que você não conseguirá me atacar, e tudo que você será é malvado”

Firework – Katy Perry: Com certeza você já ouviu essa música. Ela fala sobre momentos e sentimentos terríveis, mas que sempre precedem algo feliz. Meu trecho favorito:

“Você não precisa se sentir como um desperdício de espaço, você é original – não pode ser substituído. Se você apenas soubesse o que o futuro guarda – depois de um furação, vem um arco-íris”

Who’s Laughing Now -Jesse J: Primeiramente, assistam a esse clipe! Essa música acompanharia Mean naquele CD especial que eu adoraria entregar a muita gente! Fala sobre o poder das pessoas de destroçar os nossos espíritos, de nos ferir com palavras e sobre a nossa capacidade de um dia, olharmos para todas elas e nos questionar quem realmente está rindo por último. Meu trecho favorito:

“Agora você acha que me conhece. Esqueceu de como me fazia sentir quando você acabava com meu espírito? Mas obrigada pela dor, me fortaleceu, e eu ainda estou me erguendo”

Fix a Heart – Demi Lovato: Essa música também fala sobre o período difícil que a Demi passou e, principalmente o fato de que por mais que tentemos apagar nossas feridas, elas continuarão lá em algum lugar. Não sei exatamente porque essa música me coloca para cima, mas ela coloca! Meu trecho favorito:

“Você pode colocar uma atadura no machucado, mas nunca pode consertar um coração”.

Breaking Free – High School Musical: Essa lista não estaria completa sem Breaking Free. Além de High School Musical ter sido uma parte muito importante da minha vida e ter me dado de presente amigas incríveis, esta música sempre me coloca para cima quando penso que não conseguirei fazer algo, que sou a pessoa menos indicada para realizar tal tarefa e tento me colocar para baixo. Se eu gostasse de tatuagens (nada contra quem tem), este trecho seria o meu escolhido para ficar para sempre marcado em mim:

“Não existe uma só estrela no céu que não possamos alcançar”. 

Depois da minha frase inspiradora favorita, finalizo o primeiro #MinhaPlaylist! Espero que vocês tenham gostado e que não esqueçam de mandar suas sugestões!

Grammy 2013 no Livro e Pipoca – VÍDEO





Olá, bookaholics! Eu não poderia deixar as indicações do Grammy 2013 passarem despercebidas, ainda mais quando soube que os meus artistas favoritos foram indicados! Ed Sheeran e Taylor Swift são alguns dos escolhidos e estarão concorrendo ao prêmio que será entregue no dia 10 de Fevereiro. Como vocês vão ver no vídeo, minha animação está à flor da pele! 

Quais são seus favoritos? Façam suas apostas! 

Pra Assistir com Pipoca: Katy Perry – Part of Me 3D

Sempre que algum filme como Never Say Never ou Miley Cyrus: Best of Both Worlds estreia uma polêmica vem à tona: porque mais uma vez os famosos se aproveitam de um momento de sucesso, lançam um filme com uma história nada inspiradora, nada relevante na intenção de ganhar mais e mais dinheiro à custa de seus fãs? Pois bem, eu respondo: a polêmica vem à tona a partir de pessoas que não foram ao cinema assistir a esses filmes. Não que eu esteja defendendo Bieber ou Cyrus, estou apenas dizendo que é melhor assistir antes de falar. Mesmo. É isso que está acontecendo com Katy Perry – Part of Me que teve sua estreia hoje no Brasil – depois de flopar nas bilheterias americanas.

Com os mesmos produtores de Never Say Never, Katy apostou em nada mais que a realidade. Permitiu que as câmeras a filmassem em seus momentos mais vulneráveis – destaque para o momento em que “cai a ficha” do divórcio de Russell Brand -, mais emocionantes e mais engraçados. As redes sociais também têm papel principal – mensagens de katycats e tweets da própria Katy “narram” os acontecimentos da sua história. Claro, tudo isso ocorre enquanto um mega show acontece.

Sem esquecer de sucessos como “I Kissed a Girl” (destaque para o momento em que ela tem de decidir sobre este e outros dois singles), “Thinking of You” (numa versão acústica muito melhor que a gravada em estúdio), e surpresas como um cover de “Dance With Somebody” da Whitney Houston e uma linda versão de “Hey Jude” dos Beatles. Sem dúvidas, um CD deste filme estaria na minha lista de compras. As versões tinham mais energia, mais emoção e mais verdade que quando gravadas para o álbum comercial.
Mostrando a trajetória de Katy desde sua participação num coral Evangélico – seu pai pregava a palavra de Deus e sua mãe também é extremamente religiosa, o que fez com que os dois não deixassem que Katy e seus irmãos (Angelica e David [lindo!!!!] que por sinal aparecem bastante no filme) não conhecessem nenhuma música que não fosse gospel. Até o momento em que Katy estava na casa de uma amiga e “Oughta Know” de Alanis Morrisette tocou.

Esse foi o momento que mudou a vida de Katy. A partir daí, você poderá ver a batalha da cantora em várias gravadoras e inclusive perceber que uma delas manteve Katy presa a sua lista de cantores para que ela não assinasse com outra gravadora e se tornasse um sucesso. Junto a isso, há a luta dela por ser Katy Perry, extrovertida e dinâmica, e não um produto que todas as gravadoras queriam que ela fosse.

E Russell Brand? Cadê? Ao contrário do que todo mundo pensa, ela NÃO tratou de Russell como um monstro em momento algum. Mas a emoção do filme definitivamente foi trazida por ele, quando vemos o Conto de Fadas de Katy se tornar um pesadelo e sentimos nosso coração apertar (e as lágrimas descerem) enquanto ela desaba e precisa tomar uma decisão: ou se entrega à tristeza ou se apresenta para os milhares de fãs que a esperavam em São Paulo. Como ela mesmo diz em suas letras sobre relacionamentos: “não é como nos filmes, mas deveria ser”. Não dá para contar mais que isso a respeito desse momento: você vai ter que ver para sentir.

Relatos como o da avó de Katy (super fofa!), seus pais, seus melhores amigos, empresário e estilista contribuem bastante para o desenrolar do filme. Vale destacar que amigos famosos da cantora também aparecem no filme. Quem são? Não conto!
Não posso terminar sem citar uma das frases que mais me marcou, vinda de Tamra (assistente de Katy): “As pessoas se enganam quando acham que Katy é uma marionete. Katy é a presidente de Katy Perry”. Sim, é perceptível que Katy dá ideias e participa intensamente da “empresa/produto” Katy Perry. E ela não está nem aí para quem acha que não é verdade.

A relação com os fãs, com a família (momentos muito, muito emocionantes com a irmã), e com seu “time” do dia-a-dia transformam o que seria só mais um documentário num filme super interessante, inspirador e que mostra que sim, é possível conquistar os sonhos se você persistir e principalmente seguir um conselho da Rainha dos gatos: “Be Yourself and You Can Be Anything”. “Seja você mesmo e você pode ser quem quiser”.

Para Katy Perry – Part of Me, dou 3 baldes de pipoca!

               E você? O que vai assistir neste final de semana?

#8 Quinta-Feira Musical

Hello, bookaholics! Desculpem pelo sumiço, mas é que ainda está tudo uma loucura em relação à minha mudança para outra cidade, mas eu tinha que vir aqui e deixar vocês bem atualizados sobre as novidades musicais da semana! E como eu poderia fazer isso sem falar do Grammy, que aconteceu Domingo passado?
Como em toda boa premiação, esta que vos fala ficou acordada até 1:30 da manhã assistindo a tudo, cantando, criticando e rindo sozinha na sala! Mas valeu, pelo menos agora eu sei o que vale apena ou não falar pra vocês! Ninguém discute que a noite realmente foi de Adele, a inglesa de apenas 22 anos. Eu não posso mentir para vocês e dizer que não ouço Adele. Eu ouço. MESMO. Você também ouve, todas nós ouvimos. Seja porque estamos afim ou porque conhecemos alguem que está ouvindo e acabamos escutando também. O fato é que: todos conhecem a Adele. E sabem que ela tem uma voz incontestável, um talento nato para escrever sobre término de namoro e melodias que te deixam tão na fossa, tão na fossa, que as vezes precisamos ir lá e ouvir. 
Entretanto, para mim, a noite não deveria ter sido somente de Adele. Quem sou eu para dizer que ela não merecia todos aqueles Grammys? Não sou ninguém, apenas alguém que ouve música diariamente. Quem eu acho que poderia ter vencido assim como Adele? Posso começar a lista? Estou brincando, não são muitos assim. Mas não posso deixar de falar nele – Bruno Mars. O cara deu um show no palco, fazendo a gente viajar para gloriosos tempos da música, arrasou na coreografia e simplesmente produziu um álbum que, na minha opinião – poderia sim, ter desbancado o todo-poderoso 21. Preciso enumerar a quantidade de músicas de qualidade que o álbum de Bruno tem? Fora que ele não mantém um só ritmo. Nem um só assunto. E você pode ouvir a qualquer hora. 
Quem nunca sofreu com o amor de Grenade? Ou imaginou o amado/amada ao som de Just The Way You Are? Que já se imaginou cantando Marry You ou até mesmo tentou imitar a coreografia da incrível The Lazy Song?
Bem, como eu disse, só a minha opinião. Acabou que eu escrevi uma Bíblia aqui e não mostrei nada de música literalmente para vocês. Ah, mas deixa eu dizer só uma coisinha a mais, vai… QUEM AÍ SURTOU COM TODO MUNDO APLAUDINDO A TAYLOR SWIFT DE PÉ DEPOIS QUE ELA ARRASOU CANTANDO MEAN?
Ok, momento fangirl totalmente acabado. Juro. 
Quem mostrou música nova [SEM PLAYBACK, e esse caps ativado foi uma indireta para o Chris Brown, obrigada] foi a recém-separada Katy Perry, que surgiu num look totalmente Smurf no tapete vermelho, mas arrasou com a “declaração” ao ex-marido em The Part Of Me, que você pode conferir aqui embaixo e ler alguns trechos que eu separei. 

Olhe só para mim, estou brilhando. Fogos de artifício, uma chama dançante. Você nunca me apagará novamente. Então, pode ficar com o anel de diamante, não significa nada na verdade – aliás, você pode ficar com tudo, sim, sim, exceto eu mesma.

Para quem não viu ainda, aqui está o vídeo de Taylor Swift com Mean.
E falando em Taylor, quem aí já viu o clipe de “Safe and Sound”? Lindo. Simples. Viciante. A prova de que para um clipe ser bom não precisa da maior produção do mundo, do diretor mais badalado e que as músicas atuais sim, ainda podem ter letra. 
Acho que por hoje é só, não é mesmo, bookaholics? Me empolguei demais nesse post! Espero que não fiquem bravos pelo que eu disse. E se ficarem, comentem o porquê da irritação, ok? Adoro ver diferentes pontos de vista! Espero que tenham gostado! 
P.S: Quem ainda não viu a apresentação de Jennifer Hudson com I Will Always Love You, aí vai uma dica: VEJA. Me arrepiei na hora. Uma cantora de peso homenageando mais uma linda voz que é tirada do mundo mais cedo por conta das drogas. Uma curiosidade: O primeiro grammy de Jennifer veio das mãos da própria Whitney Houston. 

#2 Quinta-Feira Musical

Sejam bem vindos a mais uma Quinta-Feira musical! Hoje, iremos de Bieber [outra vez!], Lady Gaga com um dueto inusitado com Sugarland e ainda: A LISTA DOS INDICADOS AO GRAMMY 2012!


Parece que toda Quinta-Feira é dia de estreia no mundo Belieber, e hoje é a tão esperada parceria dele com Mariah Carey – fazendo sua reestreia após o nascimento de seus filhos – com uma nova versão de seu hit natalino “All I Want for Christmas Is You”, para o novo álbum dele, “Under The Mistletoe”. Você verá um clipe divertido, bem colorido, bem natalino.

Ontem foi uma noite especial para artistas como Kanye West, Adele, Foo Fighters, Bruno Mars e Nicki Minaj. O que eles têm em comum? Várias indicações ao Grammy 2012, que elegerá os melhores da música este ano. Uma lista sem muitas surpresas, onde a “Mother Monster” Lady Gaga arrebata uma indicação de melhor álbum por Born This Way, contra os incríveis 21 de Adele, Doo-Woops and Hooligans de Bruno Mars e outros. Abaixo, você verá um dueto inédito e inimaginável, Lady Gaga com seu mais novo hit “You and I” [que, perdoem-me little monsters, mas eu prefiro a versão Gleek] com Sugarland! Country total!
Não curti a maquiagem “Coringa” de Gaga, mas tá valendo pela boa música.

As principais indicações e quem eu [na minha humilde opinião] acho que vai levar!

Record of the Year     (Gravação do Ano)
Bon Iver – “Holocene”
Mumford And Sons – “The Cave”
Adele – “Rolling In The Deep”
Katy Perry – “Firework”
Bruno Mars – “Grenade”
Tarefa muito difícil escolher entre Rolling in the Deep, Firework e Grenade, mas acho que Adele leva!
Song of the Year
Kanye West – “All of the Lights”
Bon Iver – “Holocene”
Bruno Mars – “Grenade”
Mumford And Sons – “The Cave”
Adele – “Rolling In The Deep”
Mais uma vez Bruno Mars x Adele, como já disse Adele na categoria anterior, Bruno Mars leva!
Best New Artist
The Band Perry
Bon Iver
J. Cole
Nicki Minaj
Skrillex
Acho que The Band Perry leva essa categoria. Há quem diga que eles são o novo “Lady Antebellum”, hein?
Album Of The Year
21 by Adele
Wasting Light by Foo Fighters
Born This Way by Lady Gaga
Doo-Wops & Hooligans by Bruno Mars
Loud by Rihanna.

Fico outra vez entre Bruno Mars e Adele! Amo os dois álbuns, conheço as letras de cor, as críticas são as melhores possíveis. De uma coisa eu sei: O que a Rihanna tá fazendo aí, gente? E Born This Way, então? Poderiam ter colocado dois álbuns de conteúdo nessa categoria. Deixaram muitos bons de fora. Cadê Speak Now? 
Vou deixar de enrolar e dizer que fico com BRUNO MARS!