Você precisa ouvir Illuminate, novo álbum do Shawn Mendes

shawn-mendes-illuminate-2016Quem é Shawn Mendes? Onde vive? De que se alimenta? Porque tem sobrenome brasileiro e nome de americano? Sinto informar que ele não é nem daqui nem dos EUA. Shawn é um canadense de 18 anos, filho de pai português e mãe inglesa. Que confusão, hein? Mas te garanto: o resultado dessa mistura é incrível. Illuminate é o sucessor do Handwritten, primeiro álbum de Shawn que o colocou direto no topo da Billboard e fez com que ele se tornasse o mais jovem a conseguir tal feito. Se você está o conhecendo agora, olha só que coisa maravilhosa: você vai ter DOIS ÁLBUNS NOVINHOS pra ouvir.

Ah, e aqui vai uma curiosidade: a carreira dele começou no Vine. Isso mesmo, no Vine. Os vídeos de seis segundos de Shawn cantando fizeram tanto sucesso que ele foi do aplicativo direto pra uma grande gravadora, entrando no clube de artistas descobertos na Internet como o também canadense Justin Bieber, o youtuber Troye Sivan e Alessia Cara.

O tema desse post é o Illuminate, mas aqui vão minhas dicas do Handwritten: Aftertaste, Life Of The Party, Something Big e A Little Too Much. O grande sucesso desse álbum você já deve ter ouvido nas rádios, Stitches. Também há uma grande chance de você já ter ouvido outra música dele, I Know What You Did Last Summer, em parceria com Camila Cabello (Fifth Harmony).

Illuminate é um compilado de músicas de sofrência, amor e muita, muita sofrência mesmo (já falei que é um álbum sobre sofrência?) Se você já estiver familiarizada com as músicas do John Mayer e/ou Ed Sheeran, com certeza vai ouvir um tantinho da influência dos dois nas músicas. Até agora, o álbum teve dois singles: Treat You Better e Mercy, que já ganharam clipes clássicos do Shawn Mendes, com ele quase morrendo de alguma forma (ai meu coração!). Minhas favoritas no álbum – além dos dois singles – são Don’t Be a Fool (eu me sinto num baile de formatura de escola americana ouvindo essa música. Só falta o boy), Lights On e Understand.

Você pode ouvir o Illuminate no Spotify, clicando aqui. Me conta aqui embaixo o que achou, vai?

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4 duetos improváveis entre astros da música nas últimas semanas

640_taylor_swift_mick_jagger_Getty490202288O post de hoje poderia ser definido por uma palavra: SURTO. Se você gosta de algum dos cantores que aparecerão aqui embaixo (ou de todos eles, como eu), com certeza vai surtar bastante. Nas últimas semanas, várias pessoas legais do mundo da música resolveram se unir em duetos emocionantes e destruidores. O primeiro deles foi mais um dueto maravilhoso da 1989 World Tour, que aconteceu quando ninguém mais ninguém menos que Mick Jagger (!!!) surgiu no palco da turnê para cantar Satisfaction com a Taylor Swift.  Olha só:

ed-sheeran-and-chris-martin-foxboroughAí o Chris Martin resolveu zerar a vida e em menos de uma semana fez dois duetos emocionantes que vocês conferem a seguir. O primeiro deles foi com o Ed Sheeran, num show do ruivo em Boston. Chris subiu ao palco para cantar Yellow com Ed, numa clara tentativa de não deixar ninguém sair do estádio sem derramar umas 500 lágrimas por minuto. Confere aí:

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downloadDepois o Chris chamou a Ariana Grande para cantar “Just a Little Bit Of Your Heart”, do álbum mais recente dela, no festival Global Citizen em Londres. A música foi escrita por (palavras do próprio Martin) Harry Styles, “o homem mais bonito do mundo”. A gente finge que não concorda com ele para tentar ser imparcial, né? O dueto ficou lindo:

imagesMas voltando ao Ed, vocês lembram de um cover maravilhoso que ele fez de Drunk In Love da Beyoncé? Então… Queen B o convidou ao palco para cantar com ela e o resultado foi de tirar o fôlego! Está no repeat há dias, viu?

Para assistir com pipoca: Jogos Vorazes – Em Chamas

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ALERTA: MUITOS INDÍCIOS DE FANGIRLING NESTA RESENHA.

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Peço desculpas se em algum momento nesta resenha eu perder totalmente o foco e começar a surtar. Você me entenderá se tiver assistido ao filme ou quando assistir, porque DEFINITIVAMENTE você não vai poder perder a chance de ver essa obra de arte.

Vim fazendo contagem regressiva para o dia de hoje desde que a data foi anunciada (e Deus abençoe a Paris Filmes por ter diminuido uma semana da minha espera) e obviamente, minhas expectativas eram altas. Posso dizer com firmeza que não estou desapontada, pelo contrário, minhas expectativas foram superadas!

Com um orçamento de aproximadamente 160 milhões de dólares, o dobro do primeiro filme, Em Chamas teve todo o suporte para ser um filme incrível, cheio de efeitos mais que especiais. O diretor, Francis Lawrence, com certeza soube aproveitar bem cada centavo. Meus olhos pareciam não acreditar na perfeição daquilo tudo. Nada que eu venha a escrever aqui fará jus a esse filme. Nada.

A história tem início com a preparação de Katniss e Peeta para a Turnê dos Vitoriosos, um tempinho depois da épica vitória de ambos no 74ª Jogos Vorazes. O normal seria que eles passassem por cada distrito, fizessem discursos, fossem às festas e ao final de tudo voltassem para casa, sãos e salvos. Eles não contavam com o fato de pessoas de vários distritos terem se inspirado no ato de bravura de Katniss e o encarado como um desafio à Capital (não uma prova de amor como tentaram fazê-los acreditar). Essas pessoas começaram a se rebelar contra o governo de Panem, o que aumentou ainda mais a raiva que o Presidente Snow já sentia de Everdeen. Dessa forma, ele a visita e a obriga a convencê-lo de seu amor por Peeta, acreditando que essa seria a única forma de fazer o resto de Panem acreditar também e, assim, controlar os levantes. É nesse momento que Katniss percebe que jamais poderá ser livre, e onde a frase de Haymitch sobre não existirem campeões dos jogos, e sim sobreviventes, se encaixa perfeitamente.

Fingir afeto por Peeta não seria um problema tão grande se ele não fosse perdidamente apaixonado por ela e uma terceira pessoa não fizesse parte dessa confusão toda. Gale. O melhor amigo de Katniss, que assistiu aos Jogos de casa e teve de suportar todo o romance da sua amada com outro homem. Gale vai surgir nesse filme de uma forma muito diferente do primeiro, mais firme, mais maduro, com mais certeza do que quer, e cuja personalidade revolucionária já começa a se cristalizar.

CAT2A Turnê dos Vitoriosos não é bem sucedida e o Presidente Snow, com a ajuda do novo Idealizador dos Jogos, Plutarch Heavensbee, resolve reunir tributos vitoriosos de todos os distritos na 75ª edição dos Jogos Vorazes, mais conhecida como o Massacre Quaternário. Ora, seus problemas estariam resolvidos, tendo em vista que Katniss era a única vencedora mulher do Distrito 12 e, portanto, não podia escapar da arena. cfgif

cat1Com a nova edição dos Jogos, surgem novos personagens, como Finnick Odair – interpretado pelo incrível Sam Claflin – e Johanna Mason – vivida pela surpreendente Jena Malone, que vão conquistar o público. O Presidente Snow só não contava com o que os “novos” tributos fariam na Arena, e isso eu não vou falar! Você tem que assistir para saber! Pelo menos não falarei nessa parte do post. Se você não tiver assistido ainda, não leia NADA a partir da palavra SPOILERS.

Para você que não viu o filme ainda, prepare-se para se encantar por Finnick Odair e pelo show de interpretação que Sam Claflin deu ao encarnar esse personagem. A minha grande surpresa foi a Johanna de Jena Malone (a única atriz do cast que não me convencia de jeito nenhum), que parecia ter sido tirada diretamente da minha mente enquanto lia as cenas daquela personagem. Os antigos personagens, Katniss, Peeta, Haymitch, Effie, Prim e companhia, surgiram de formas completamente diferentes do primeiro filme.

Jennifer Lawrence, indiscutivelmente, poderia receber sua segunda indicação ao Oscar pela atuação de Em Chamas. Você simplesmente não consegue acreditar que é uma atriz interpretando a personagem, de tão perfeita que a construção de Katniss é. Josh Hutcherson surge bem mais maduro, com um Peeta machucado, de coração partido, que convence de verdade. CAT5

Woody Harrelson e seu Haymitch, sempre com aquele humor negro contagiante, te arrancará boas risadas. Effie Trinket deixará seu lado materno aflorar e sentirá bastante a volta de seus pupilos à Arena. Elizabeth Banks, mais uma vez, arrasou no papel. Outro que deu um show no filme foi Stanley Tucci e seu Caesar Flickermann. Se ele já tinha arrasado no primeiro filme, nesse ele conseguiu se superar! As expressões e risadas daquele homem eram muito boas mesmo.

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Senti falta de mais cenas entre Prim e Katniss, de momentos de cumplicidade entre as duas – afinal, tudo isso começou por causa dela., mas nada que fizesse o filme perder o sentido.

Em Chamas tem uma qualidade infinitamente superior ao de seu antecessor e não te deixa nem sequer piscar os olhos. A maneira com que Francis Lawrence abordou a história, sendo tão fiel ao livro (nunca vi uma adaptação ser tão fiel, na verdade) e sendo capaz de incluir algumas surpresas ao longo do filme e no final, é impressionante. Sabe quando você termina de ler algo incrível e tem uma vontade imediata de mandar um e-mail/carta/sinal de fogo para o autor no intuito de agradecê-lo pelo que escreveu? Tive essa mesma vontade em relação a Francis Lawrence. Se alguém tiver o e-mail/endereço/telefone dele, me avise aqui nos comentários (risos).

A trilha sonora do filme também é maravilhosa, com músicas do The Lumineers, Coldplay, Christina Aguilera, Sia, Lorde e tantos outros. Vale a pena ser ouvida e você pode fazer isso (se tiver o iTunes) clicando neste link.

Para Jogos Vorazes – Em Chamas, dou todas as pipocas do mundo! 5 baldes não são suficientes.

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Se você não viu o filme ainda, não continue a ler esta resenha. ALERTA DE SPOILERS! Depois não diga que eu não avisei.

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MELHOR FILME DA MINHA VIDA! MEU DEUS DO CÉU, O QUE FOI ISSO? EU NÃO CONSEGUIA NEM RESPIRAR DIREITO! AQUELE BEIJO EXTRA ENTRE GALE E KATNISS???? OBRIGADA SENHOR PELA EXISTÊNCIA DE FRANCIS LAWRENCE! OBRIGADA, MIL VEZES OBRIGADA!

Não me entenda mal. Amo Katniss e Peeta, surto em todas as cenas deles juntos, mas não consigo deixar de shippar Gale e Katniss também! E aquele beijo extra me desestabilizou legal. Enfim, depois de deixar clara a minha felicidade em relação a essa surpresa, vou começar a falar dos outros momentos que me deixaram tão louca que não conseguia ficar sentada direito na poltrona, nem parar de bater palmas, ou gritar, ou chorar, ou ter sérios ataques de fangirl. Vou começar a listar os momentos em que mais surtei e já peço desculpas se não fizer muito sentido.

O que foi Johanna Mason se revoltando contra a capital e mandando todos se f****? GENTE! Todas as cenas em que ela aparecia eram totalmente enérgicas e eu não conseguia parar de rir! Aquela cena do elevador vai direto para a minha lista de melhores cenas da vida! A cara de safado de Josh Hutcherson e a de ciumenta de Jennifer Lawrence estavam impagáveis. IMPAGÁVEIS!

Confesso que não senti falta alguma da Madge no filme, e o fato de a Katniss ter visto as imagens dos levantes no trem e não na casa da amiga, não fez diferença alguma para mim. Esse foi um dos únicos momentos em que o roteiro não seguiu à risca o que estava nas páginas do livro, além de terem feito Katniss contar a Haymitch e Peeta juntos sobre a visita de Snow, sem enganar o boy with the bread como fez no livro.

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Os dois momentos em que mais chorei foram a morte do Cinna (palmas para Jennifer Lawrence naquela cena e em todas as outras, na verdade), igualzinha a versão de Suzanne Collins, e a despedida de Effie, Peeta e Katniss antes dos jogos. Não aguentei Effie Trinket se desmanchando em lágrimas, não mesmo!

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A parte em que todos os tributos dão as mãos, e depois só aparecem as sombras de todos eles me deixou sem fôlego. A respiração boca à boca de Finnick em Peeta – achei ofensiva aquela quantidade de tentativas, quando podia muito bem ser eu no lugar de qualquer um dos dois, né? – e o desespero de Katniss também foram marcantes.

A fofura de Mags, o desespero de Finnick ao ouvir a voz de Annie, Wiress tão surtada quanto eu imaginei, me fizeram gostar ainda mais do filme. E a perfeição com que criaram todos aqueles efeitos e bestantes? Sem palavras.

O momento em que Katniss enforca Seneca Crane e faz uma reverência aos Idealizadores dos Jogos = INESQUECÍVEL.

TODAS as cenas de Peeta e Katniss demonstravam a química maravilhosa entre Jennifer e Josh e eram tão convincentes, tão convincentes que todo o desespero que senti pelos personagens no livro voltou à tona. A cena em que ele entrega o medalhão e Katniss finalmente deixa transparecer que precisa dele, UAU, apenas UAU.

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Aquela cena em que Katniss está sendo retirada da Arena foi uma das minhas favoritas, com as expressões de Jennifer focalizadas assim como na última cena, em que as lágrimas secavam e Katniss mudava seu semblante de derrota para um de determinação, aceitando ser o tordo e preparada para se vingar da Capital. Que grande sacada do diretor, genial, genial, genial, não me canso de dizer isso.

O filme inteiro foi tão surtante que eu preciso voltar ao cinema pelo menos mais 2 vezes para poder olhar cada cena com mais cuidado. E SURTAR AINDA MAIS, CLARO!

Resenha: O Livro das Princesas – Meg Cabot, Paula Pimenta, Lauren Kate e Patrícia Barboza

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Eu lembro do dia em que vi no Twitter da Paula Pimenta a notícia sobre O Livro das Princesas. Minha reação imediata foi pensar: ‘nossa, é realmente uma ótima ideia!’ e em seguida, lembrei da entrevista online que fiz com a Paula para o Caçadora de Livros (na época do lançamento de MVFS1), quando ela me disse que estava lendo Insaciável, da Meg Cabot, e que a autora era uma das suas favoritas. Imaginei como seria escrever “com” alguém que você admira tanto. Quando falei disso com a Paula ao vivo e a cores (ainda preciso acreditar que aquilo realmente aconteceu) ela me deu um sorriso e a confirmação de que a sensação era realmente incrível.

Além de Paula e Meg, a Galera Record convidou Patrícia Barboza (uma das pessoas mais simpáticas que já conheci na vida! Sabe quando você olha para a pessoa e pensa: ‘Meu Deus, queria ser amiga dela!’ ? Exatamente.) Ela já tem vários livros publicados e inclusive uma série, As Mais, cuja resenha você verá muito em breve aqui no Livro & Pipoca. Por fim, Lauren Kate (da série Fallen) completa o time.

Antes de começar a resenha, preciso contar um pouco sobre a minha experiência na sessão de autógrafos do livro aqui em Natal. Para isso, fiz um mini vídeo para vocês. Preciso contar do meu alívio por ninguém ter filmado minha reação quando vi Paula Pimenta e Patrícia Barboza pela primeira vez. Sério, eu nunca tinha sentido nada parecido! O sangue do meu corpo resolveu se concentrar em minhas mãos, que começaram a formigar, e lágrimas surgiram dos meus olhos sem qualquer tipo de esforço, apenas para coroar a emoção do momento. Não imaginei que sentiria algo assim. Foi incrível. Em um breve resumo, cheguei ao shopping por volta das 11 da manhã e já havia uma fila na frente da Saraiva. Confesso que não esperei que tanta gente fosse aparecer (se você mora em Natal, sabe que a maioria das pessoas não lê muito) e fiquei muito feliz por ter sido surpreendida. Conheci pessoas incríveis na fila, fiz várias amizades (olha aí, o poder da leitura unindo as pessoas!) que me ajudaram a passar as primeiras 6 horas na fila até a hora em que Paula e Patrícia chegaram e que ficaram comigo nas outras 6 horas esperando a sessão acabar para falarmos com as duas com mais calma. Infelizmente, quando faltavam 3 pessoas na fila do autógrafo, tive que ir embora! No entanto, as ótimas lembranças do dia continuarão no meu coração.

No vídeo, vocês poderão ver um breve momento em que elas autografam os livros e algumas fotos da fila! Mais de 300 senhas foram distribuidas, sucesso total. Esta sou eu com a Patrícia Barboza e a Paula Pimenta! Minha felicidade era perceptível, não é mesmo?

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Agora, vamos ao que interessa! Na primeira orelha do livro, você já encontra uma espécie de Carta de Recomendação de ninguém mais, ninguém menos que a Princesa Mia Thermopolis! De cara, você já entra no clima do livro. O primeiro conto é da Meg Cabot, que adaptou A Bela e a Fera para uma versão moderna, a qual deu o título de “A Modelo e o Monstro”.

A Belle da história é uma modelo muito famosa e é convidada para viajar num cruzeiro chiquérrimo com destino a São Paulo (créditos à Meg por citar o Brasil!). Ela não embarca sozinha, está acompanhada de seu pai, recém casado, da esposa dele, Vivian e da filha dela, Penny. Logo no início, Belle vê um homem com ar misterioso na sacada do quarto mais caro do navio e não consegue tirá-lo da cabeça. Muita coisa acontece antes deles finalmente se encontrarem e Belle descobrir porque ele não sai do quarto e tem tendência a ficar em locais escuros.

O amor de Belle pelos livros é algo que Meg dá grande destaque no conto, sem perder a essência original. O conto começa num ritmo incrível e vai se perdendo ao longo das páginas, mas não deixa de ser uma boa leitura – principalmente para quem está começando a se interessar pelo mundo dos livros agora.

Resenha: Um Homem de Sorte - Nicholas Sparks

Para a “Modelo e o Monstro”.

O segundo conto é a “Princesa Pop”, adaptação da Cinderella, escrita pela Paula Pimenta. Todos os ingredientes necessários para uma ótima história aparecem nele: música, romance, adversidades e um casal muito fofo que te deixa torcendo para que fiquem juntos. A personagem principal é a Cintia, que está no último ano do colégio e tem na música uma válvula de escape para os problemas que ela não pode controlar. Os pais tiveram uma separação difícil que resultou na mudança de sua mãe para o Japão, um novo casamento para o seu pai e uma vida completamente diferente para ela, ao ter que morar com a tia.

O mundo de Cintia desabou e as cores foram embora de sua vida – inclusive nas roupas. Tudo isso começa a mudar quando ela é convidada para tocar na festa das enteadas do pai, que estavam fazendo 15 anos. O problema é que o pai de Cintia não sabia sobre seu trabalho: ela era DJ. Ele havia obrigado a garota a aparecer na festa ou ela não teria algo que queria muito. Como aparecer na festa e ser a DJ, sem que seu pai notasse? É aí que a história começa e você se apaixona. Não estou brincando quando digo que você se apaixona. Mesmo. Porque é lá que você conhece Fredy Prince, um cantor super famoso entre as adolescentes e que fora contratado para fazer um show na festa. Como Cintia se envolve com Fredy – quem ela detesta, só para constar – você só descobre lendo! Te garanto, você não vai conseguir esquecer Fredy tão fácil.

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 Para “Princesa Pop”.

O próximo conto é da Lauren Kate, que escolheu se basear em A Bela Adormecida e se chama “Eclipse do Unicórnio”. As 3 primeiras páginas do conto vão te instigar, você vai pensar ‘nossa, essa história vai ser ótima’ e, infelizmente, isso não é verdade. A impressão que dá é que não houve muito esforço na hora de escrever, o que é muito chato, considerando que existem contos muito bons no livro e que você pode perceber o quanto as autoras se empenharam neles. Você se depara com os nomes dos personagens principais: Thalia e Percy e não consegue pensar em outra coisa a não ser: RICK RIORDAN.

Enfim, a história fala da princesa Thalia, que foi amaldiçoada com o sono eterno. Percy é um garoto americano que acabou de terminar um relacionamento e está fazendo uma excursão com sua turma para a França. Lá, ele visita um castelo quando se dispersa do grupo e percebe a existência de um outro castelo, com aparência mágica, e resolve conhecê-lo. Como Percy consegue quebrar a magia que protegia o castelo da entrada de qualquer pessoa e encontra Thalia, você só descobrirá lendo.

01c36-3pipocasPara “Eclipse do Unicórnio”. 
O último conto do livro surge para te alegrar depois da decepção do anterior. É “Do Alto da Torre”, a versão de Rapunzel da Patrícia Barboza. O conto, assim como “Princesa Pop”, tem tudo para te fazer se apaixonar: uma grande influência da Katy Perry, covers do Youtube, um cara super fofo e muita confusão! A personagem principal se chama Camila, uma garota que lida com algo que muita gente pode se identificar (eu, inclusive): paga uma promessa feita por outras pessoas. Ela não poderia cortar seu cabelo até o dia do aniversário de 15 anos. Seria fácil se a promessa tivesse sido feita quando Camila tinha 14 anos, mas não – ela tinha apenas onze. ONZE!

Seu grande sonho é ser uma cantora de sucesso e ela conta com a ajuda de Pedro, seu colega de sala super fofo (que Camila é muito cega para enxergar) para manter um canal no Youtube, chamado Do Alto da Torre, onde postam vídeos dela cantando suas músicas favoritas. O canal é um sucesso, mas ninguém sabe que Camila é a cantora dos vídeos, pois, sua Madrinha (com quem ela mora) é muito rígida e jamais permitiria que ela fizesse aquilo. O que acontece quando Camila finalmente completa 15 anos, corta o cabelo e se inscreve num show de talentos da escola formam a receita perfeita para um conto que vai te conquistar!

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 Para “Do Alto da Torre”.

Preciso dizer que eu amaria se “Princesa Pop”, “Do Alto da Torre” e “A Modelo e o Monstro” fossem transformados em livros! Alô? Galera Record? Está me ouvindo?

Eu poderia dar vários baldes de pipoca para “O Livro das Princesas” pela capa, que é a coisa mais fofa desse mundo e pelas ilustrações que antecedem cada conto. Lindo!

p.s: eu poderia dar ainda mais baldes de pipoca pelas citações de Kate e William, One Direction e Katy Perry ao longo dos contos. Tenho certeza que você daria também!

#MinhaPlaylist 02 – Músicas que te fazem cantar na frente do espelho

Sabe aquela música que te dá vontade de pegar a escova de cabelo e começar a cantar? É sobre esse tipo que este post está recheado! Vale embalagem de shampoo, frasco de perfume, microfone imaginário… o que você quiser! O que importa é apertar o play e se divertir! Vocês podem ouvir a playlist aqui: http://www.kboing.com.br/radio-show/playlists/2461684/1708957/

Burn – Ellie Goulding: minha música favorita no momento! A batida é incrível, o ritmo da música – que consegue variar entre lento e agitado – é contagiante e a voz de Ellie é uma das mais bonitas que já ouvi, tão singular! Minha parte favorita? A música inteira! Por isso, vou colocar só o trechinho que não sai da cabeça: “And we’re gonna let it burn, burn, burn, burn…”.

Come and Get It – Selena Gomez: te desafio a não ficar com o “na na na na” na sua cabeça! A melodia tem um quê místico e a música vai crescendo ao longo da letra, te empolgando e fazendo mexer nem que seja só a cabeça de um lado para o outro! “When you’re rea-a-a-a-a-dy when you’re rea-a-a-a-a-a-dy, ady…”.

We Are Never Ever Getting Back Together – Taylor Swift: por favor, até quem não gosta dela ama odiá-la. A música é chiclete, tem uma letra divertida e eu adoro a melodia! Vale encarnar a “personagem” e – no meu caso – pensar num ex imaginário! Se você tiver um exemplo de verdade, melhor ainda! Uma das partes mais legais da música é quando a Taylor fala: “he calls me and he’s like ‘I still love you’ and I’m like ‘this is exhausting’, we are never getting back together. Like ever.”

Don’t Forget – Demi Lovato: essa é clássica! É antiga e continua sendo maravilhosa. Se você assistir ao clipe, dá para sentir a vibe e imitar a Demi na frente do espelho. O movimento clássico de ombros é sempre uma boa pedida! Definitivamente é diferente das músicas anteriores por ser bem triste, mas os sons da bateria e da guitarra dão uma animada! Minha parte favorita? O final, quando a música vai desaparecendo e ela quase chega a falar, não cantar: “Somewhere we went wrong, our love is like a song… But you won’t sing along. You’ve forgotten about… us. (e aquele DON’T FORGET baixinho haha)”

My Life Would Suck Without You:  Kelly Clarkson: você não sabe o que é se divertir se nunca cantou feito louca alguma das músicas da Kelly. Escolhi esta por ter feito um vídeo dublando há alguns anos atrás (graças a Deus não sei onde foi parar!) e me garantiu ótimos momentos! Dica: assista ao clipe! Vou falar que minha parte favorita é (novamente) a hora em que a música diminui o ritmo e ela canta: “Being with you is so dysfunctional. I really shoudn’t miss you, but I can’t let you go”.

Payphone – Maroon 5: Minha banda favorita não poderia deixar de aparecer por aqui! A letra dessa música é tão incrível que eu poderia facilmente pintá-la na parede do meu quarto para olhar e lembrar todo dia! “If happy ever after did exist, I would still be holding you like this… all these fairytales are full of s***, one more f****** love song, I’ll be sick”.

Hall of Fame – The Script: o maior desafio é conseguir aprender a letra da música, que consegue ser muito rápida em alguns momentos. Como o que vale é a intenção, rola aquele famoso “embromation” e a diversão acontece! Tem uma letra inspiradora e se você estiver precisando de estímulo para fazer algo, é uma boa pedida. “You can beat the world, you can beat the war, you can talk to God, go banging on his door”.

Ready or Not – Bridgit Mendler: apesar de só conhecer duas músicas dela, Bridgit é, para mim, a melhor cantora dessa nova “safra” de queridinhas da Disney, Nick e afins. Tem uma voz boa (inclusive ao vivo!) e os raps que ela faz nas músicas são sensacionais. Minha parte favorita (talvez, só talvez, tenha a ver com a citação de um certo casal que adoro): “Where have I seen you? You’ll be my William, I’ll be your Kate, livin’ like a fairytale”.

Grenade – Bruno Mars: sem dúvidas, um dos melhores cantores da atualidade. Ele é um dos poucos que transmitem na voz toda a emoção da letra e te faz sofrer (ou se animar) com ele! Ajuda o fato de Bruno ser o compositor, claro. “If my body was on fire, oh, you’d watch me burn down in flames. You said you love me, you’re a liar, cause you never, ever, ever did baby”.

Broken Hearted Girl – Beyoncé: fechando o #MinhaPlaylist com chave de ouro, Queen B! A letra dessa música é tão poderosa que faz você pensar que de fato, é o seu coração que foi partido! Agarre o cabo da escova com todas as suas forças e capriche na emoção! Now I’m in a place I thought I’d never be… living in a world that’s all about you and me…ain’t gotta be afraid my broken heart is free… spread my wings and fly AWAAAY, AWAAAAY WITH YOUUU”.

É isso, bookaholics! Espero que tenham gostado da #MinhaPlaylist número 2! Não esqueçam de comentar aqui embaixo. Você costuma cantar na frente do espelho? Já cantou alguma dessas músicas? Quais você canta? Não deixe de me contar.

 

#MinhaPlaylist 01 – Músicas que me colocam para cima

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Se você me segue no Twitter, percebeu que esta semana não foi fácil para mim. Nem tudo foi ruim, já que a partir de tudo que aconteceu eu tive a ideia para a #MinhaPlaylist, que será postada toda Sexta-Feira aqui no blog, com temas diferentes. Vai variar de acordo com o meu humor semanal, com algo que vi na rua, com algum livro que li – e estou aceitando sugestões!

A #MinhaPlaylist número 1 tem como tema as 13 músicas (não, isto não tem nada a ver com o 13 da Taylor Swift, embora ela apareça aqui!) que sempre me colocam para cima – mesmo que a maioria delas tenha melodias beeem tristes – com suas letras inspiradoras que refletem tudo o que você queria ouvir de alguém – ou dizer a você mesma – nos momentos mais difíceis. Meu gosto musical é parecido com o de todo mundo (mesmo. Não tem nada de diferente nas coisas que escuto, não sou a única fã de uma banda de garagem da Escócia ou qualquer coisa do tipo) e mesmo que você tenha gostos diferentes (e conheça uma banda de garagem escocesa), provavelmente se identificará com alguma dessas canções.

Sempre postarei os clipes das músicas(se existirem) e uma playlist no kboing.com.br, para que vocês possam ouvir todas elas na sequência. Espero que gostem! E não esqueçam de me mandar suas sugestões!

-> Você pode ouvir as músicas nessa playlist especial do blog no Kboing

Who You Are – Jessie J: Essa música é (definitivamente) uma das minhas favoritas de todos os tempos. A letra composta por Jessie é capaz de te fazer acreditar em quem você é e no quanto você é especial (mesmo quando a gente pensa que é a pessoa mais chata/burra/feia do mundo). Meu trecho favorito:

“Às vezes é difícil seguir o seu coração, mas lágrimas não significam que você está perdendo, todo mundo está se machucando, apenas seja verdadeiro com quem você é”

Who Says – Selena Gomez: Essa música fala sobre julgamentos e a importância da aceitação (principalmente em relação a si mesma). A melodia é super divertida e vai te fazer balançar de um lado para o outro aí na cadeira. Meu trecho favorito:

“Quem disse que você não tem potencial? Quem disse que você não pode ser presidente? Quem disse que você não pode fazer filmes?”

Wings – Little Mix: A batida da música é contagiante e, aliada com uma letra poderosa, tem uma grande chance de se tornar uma das suas favoritas (se já não for!) Meu trecho favorito:

Não deixaremos ninguém nos derrubar, não importa o que você diga, não vai me machucar. Não importa se eu cair do céu, porque asas foram feitas para voar”

The Climb – Miley Cyrus: Precisei deixar claro que essa música é da antiga Miley Cyrus, não daquela que fica esfregando tudo numa bola de metal! Ela já cantou essa música linda até para o Barack Obama. Fala sobre todos os obstáculos que temos que ultrapassar para encontrar o que está guardado para nós do outro lado da montanha. É uma música muito triste, mas sempre me faz reerguer a cabeça! Meu trecho favorito:

“Sempre haverá uma outra montanha

Eu sempre vou querer movê-la

Sempre vai ser uma batalha difícil

Às vezes eu vou ter que perder

Não é sobre o quão rápido chegarei lá

Não é sobre o que está me esperando do outro lado

É a escalada” – Fonte: Vagalume

Skyscraper – Demi Lovato: Há alguém na face desta Terra que não tenha ouvido falar sobre os problemas da Demi, a reabilitação e a volta por cima? Essa música resume tudo isso e ainda serve de inspiração para o dia a dia, não importando qual tipo de problema você esteja passando. Meu trecho favorito:

“Você pode tirar tudo o que tenho, pode quebrar tudo o que sou, como se eu fosse feita de vidro, como se eu fosse feita de papel. Vá e tente me arrasar, eu estarei levantando do chão como um arranha-céus”

Fix You – Coldplay: Sempre que me perguntam qual é a minha música favorita, passo alguns minutos pensando. Talvez eu responda que é a última que ouvi, a última que me tocou ou que me fez lembrar de alguma coisa, porém, minha resposta sempre volta à Fix You. Você pode relacionar a letra com qualquer coisa: relacionamentos amorosos, família, escola, vida. A voz do Chris Martin e a melodia característica do Coldplay se unem a uma letra fantástica e resultam na minha música favorita. De todos os tempos. Um dos meus trechos favoritos:

“E as lágrimas continuam a rolar no seu rosto. Quando você perde algo que não consegue substituir, quando você ama alguém mas isso se desperdiça. Podia ser pior? 

Luzes vão te guiar para casa e incendiar seus ossos. E eu, eu tentarei consertar você”

Brave – Sara Bareilles: Conheço várias músicas da Sara, mas confesso que só ouvi falar de Brave depois de toda a confusão relacionada a Roar, da Katy Perry (na minha opinião, as músicas realmente são parecidas). A composição de Sara é inspiradora, o ritmo é divertido e o clipe mais ainda! Meu trecho favorito:

“Diga o que você quer dizer e deixe as palavras caírem. Honestamente, quero ver você ser corajoso”

Fuckin’ Perfect – Pink: como todas as letras da Pink, esta também é poderosíssima. Fala sobre pré-julgamentos e erros. A mensagem principal é a de que por mais que às vezes você esteja se sentindo um lixo, você é perfeita para alguém no mundo. O que é a mais pura verdade. Meu trecho favorito:

“Maltratada, deslocada, mal compreendida.”Espertona”, está tudo bem. Isso não me desacelerou. Errada, sempre em dúvida, subestimada, veja, ainda estou aqui”

Mean – Taylor Swift: Essa música é aquele recado que você tanto quer mandar para todo mundo que sempre te tratou mal sem motivo algum, que ficava feliz em te ver triste e que era tão desocupado ao ponto de passar mais tempo se preocupando com você do que com a própria vida. Ah, como conheci pessoas assim na minha vida! E ah, como queria mandar um CD com essa música para todas elas. Meu trecho favorito:

“Algum dia, estarei morando numa grande e velha cidade, e tudo que você será é malvado. Algum dia, serei tão grande que você não conseguirá me atacar, e tudo que você será é malvado”

Firework – Katy Perry: Com certeza você já ouviu essa música. Ela fala sobre momentos e sentimentos terríveis, mas que sempre precedem algo feliz. Meu trecho favorito:

“Você não precisa se sentir como um desperdício de espaço, você é original – não pode ser substituído. Se você apenas soubesse o que o futuro guarda – depois de um furação, vem um arco-íris”

Who’s Laughing Now -Jesse J: Primeiramente, assistam a esse clipe! Essa música acompanharia Mean naquele CD especial que eu adoraria entregar a muita gente! Fala sobre o poder das pessoas de destroçar os nossos espíritos, de nos ferir com palavras e sobre a nossa capacidade de um dia, olharmos para todas elas e nos questionar quem realmente está rindo por último. Meu trecho favorito:

“Agora você acha que me conhece. Esqueceu de como me fazia sentir quando você acabava com meu espírito? Mas obrigada pela dor, me fortaleceu, e eu ainda estou me erguendo”

Fix a Heart – Demi Lovato: Essa música também fala sobre o período difícil que a Demi passou e, principalmente o fato de que por mais que tentemos apagar nossas feridas, elas continuarão lá em algum lugar. Não sei exatamente porque essa música me coloca para cima, mas ela coloca! Meu trecho favorito:

“Você pode colocar uma atadura no machucado, mas nunca pode consertar um coração”.

Breaking Free – High School Musical: Essa lista não estaria completa sem Breaking Free. Além de High School Musical ter sido uma parte muito importante da minha vida e ter me dado de presente amigas incríveis, esta música sempre me coloca para cima quando penso que não conseguirei fazer algo, que sou a pessoa menos indicada para realizar tal tarefa e tento me colocar para baixo. Se eu gostasse de tatuagens (nada contra quem tem), este trecho seria o meu escolhido para ficar para sempre marcado em mim:

“Não existe uma só estrela no céu que não possamos alcançar”. 

Depois da minha frase inspiradora favorita, finalizo o primeiro #MinhaPlaylist! Espero que vocês tenham gostado e que não esqueçam de mandar suas sugestões!

Para Assistir com Pipoca: One Direction – This Is Us

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,Esse post provavelmente fará com que muita gente revire os olhos. É esse efeito que One Direction causa a quem não os conhece, ou o que qualquer outra banda/cantor/ator/coisa a quem também não sabe nada sobre. Indico This Is Us para essas pessoas que não fazem ideia do que é banda (exatamente como a senhora simpática que se sentou ao meu lado durante a sessão e que me perguntou: “O que eles cantam? A banda é boa?” recebendo um “Eu adoro! Espero que você goste e boa sorte!”). Boa sorte? Por qual motivo você deseja boa sorte a alguém na hora de assistir a um filme? Bom, se esse filme envolve milhões de fãs alucinadas cujas cordas vocais estão em pleno vapor, é uma ótima ideia desejar sorte (o que eu não tive, por sinal! Ganhei uma bela dor de cabeça! Obrigada, meninas!). 

Vou parar de reclamar e começar essa resenha! YAY! Continuando, This Is Us é realmente um filme para quem não conhece a banda ou pouco sabe sobre ela. Para fãs (ou quase-fãs, no meu caso, se é que isso existe) a parte legal do filme é assistir aos meninos cantando ao vivo e perceber que eles soam muuuuuuito melhor fora do estúdio. Fora isso, todas as informações do filme já eram conhecidas pelo fandom. Lógico que é divertido ver como eles interagem nos bastidores, mas acho que também já tínhamos material suficiente sobre isso.

Porque diabos estou reclamando tanto? Por um simples motivo: A MINHA MÚSICA FAVORITA NÃO ESTAVA NO FILME. Pois é. E se você conhece Best Song Ever e sabe que essa música foi feita para promover o filme, espere a decepção. A música não aparece em momento algum durante o filme! Exatamente como meu outro trauma, Safe and Sound em Jogos Vorazes. Valeu a pena por ter tido a oportunidade de conhecer outras músicas (além dos singles).

Morgan Spurlock, o diretor do filme, sem dúvidas fez um bom trabalho. Com sacadas inteligentes incluindo uma explicação científica do que o 1D causa nas fãs e alguns efeitos que aparecem durante as músicas (minha parte favorita! Pena que se eu falar vai perder a graça). Se você ainda não conhece o trabalho do Morgan, corra para assistir Super Size Me, uma crítica ao Mc Donald’s muito bem feita.

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A presença das famílias foi constante durante o filme e as namoradas cortadas (exceto pela namorada do Liam na época, Danielle, que aparece no finalzinho) – os garotos explicaram em entrevistas que o corte não foi proposital, mas, eu, você, todos nós sabemos que há todo um trabalho por trás, que não mostra as namoradas para que as garotas continuem sonhando em namorar com um deles. Um dos momentos mais emocionantes é o que aparece no trailer (aliás, se você assistiu ao trailer, viu o filme quase todo!), quando Zayn compra uma casa para sua mãe. É de arrepiar.

Você também aprenderá a respeitar muito mais os artistas em geral, ao ver o quanto eles trabalham (de verdade!). 10 minutos de sono, meses sem poder ver a família e um assédio louco (que apesar de tudo não foi abordado de forma ruim – lógico – no filme). Não posso contar quem aparece no filme, mas posso dizer que é muito engraçado ver os garotos na posição de fãs quando conhecem pessoas que eles admiram.

Eu não tenho dúvidas que a minha opinião acerca do filme irá melhorar assim que eu conseguir assisti-lo sem interferências externas, mas por enquanto eu dou três baldes de pipoca! Posso dar cinco baldes de pipoca só pelo início do filme, que foi hilário e muito fofo? Não?

p.s: Eu percebi que só citei os nome do Liam e do Zayn nesse post. Não foi proposital, até porque se eu escolhesse citar só um deles não seria o Liam! (Se você me segue no twitter, pessoa doida, sabe de quem estou falando!),

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