Para assistir com pipoca: Jogos Vorazes – Em Chamas

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ALERTA: MUITOS INDÍCIOS DE FANGIRLING NESTA RESENHA.

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Peço desculpas se em algum momento nesta resenha eu perder totalmente o foco e começar a surtar. Você me entenderá se tiver assistido ao filme ou quando assistir, porque DEFINITIVAMENTE você não vai poder perder a chance de ver essa obra de arte.

Vim fazendo contagem regressiva para o dia de hoje desde que a data foi anunciada (e Deus abençoe a Paris Filmes por ter diminuido uma semana da minha espera) e obviamente, minhas expectativas eram altas. Posso dizer com firmeza que não estou desapontada, pelo contrário, minhas expectativas foram superadas!

Com um orçamento de aproximadamente 160 milhões de dólares, o dobro do primeiro filme, Em Chamas teve todo o suporte para ser um filme incrível, cheio de efeitos mais que especiais. O diretor, Francis Lawrence, com certeza soube aproveitar bem cada centavo. Meus olhos pareciam não acreditar na perfeição daquilo tudo. Nada que eu venha a escrever aqui fará jus a esse filme. Nada.

A história tem início com a preparação de Katniss e Peeta para a Turnê dos Vitoriosos, um tempinho depois da épica vitória de ambos no 74ª Jogos Vorazes. O normal seria que eles passassem por cada distrito, fizessem discursos, fossem às festas e ao final de tudo voltassem para casa, sãos e salvos. Eles não contavam com o fato de pessoas de vários distritos terem se inspirado no ato de bravura de Katniss e o encarado como um desafio à Capital (não uma prova de amor como tentaram fazê-los acreditar). Essas pessoas começaram a se rebelar contra o governo de Panem, o que aumentou ainda mais a raiva que o Presidente Snow já sentia de Everdeen. Dessa forma, ele a visita e a obriga a convencê-lo de seu amor por Peeta, acreditando que essa seria a única forma de fazer o resto de Panem acreditar também e, assim, controlar os levantes. É nesse momento que Katniss percebe que jamais poderá ser livre, e onde a frase de Haymitch sobre não existirem campeões dos jogos, e sim sobreviventes, se encaixa perfeitamente.

Fingir afeto por Peeta não seria um problema tão grande se ele não fosse perdidamente apaixonado por ela e uma terceira pessoa não fizesse parte dessa confusão toda. Gale. O melhor amigo de Katniss, que assistiu aos Jogos de casa e teve de suportar todo o romance da sua amada com outro homem. Gale vai surgir nesse filme de uma forma muito diferente do primeiro, mais firme, mais maduro, com mais certeza do que quer, e cuja personalidade revolucionária já começa a se cristalizar.

CAT2A Turnê dos Vitoriosos não é bem sucedida e o Presidente Snow, com a ajuda do novo Idealizador dos Jogos, Plutarch Heavensbee, resolve reunir tributos vitoriosos de todos os distritos na 75ª edição dos Jogos Vorazes, mais conhecida como o Massacre Quaternário. Ora, seus problemas estariam resolvidos, tendo em vista que Katniss era a única vencedora mulher do Distrito 12 e, portanto, não podia escapar da arena. cfgif

cat1Com a nova edição dos Jogos, surgem novos personagens, como Finnick Odair – interpretado pelo incrível Sam Claflin – e Johanna Mason – vivida pela surpreendente Jena Malone, que vão conquistar o público. O Presidente Snow só não contava com o que os “novos” tributos fariam na Arena, e isso eu não vou falar! Você tem que assistir para saber! Pelo menos não falarei nessa parte do post. Se você não tiver assistido ainda, não leia NADA a partir da palavra SPOILERS.

Para você que não viu o filme ainda, prepare-se para se encantar por Finnick Odair e pelo show de interpretação que Sam Claflin deu ao encarnar esse personagem. A minha grande surpresa foi a Johanna de Jena Malone (a única atriz do cast que não me convencia de jeito nenhum), que parecia ter sido tirada diretamente da minha mente enquanto lia as cenas daquela personagem. Os antigos personagens, Katniss, Peeta, Haymitch, Effie, Prim e companhia, surgiram de formas completamente diferentes do primeiro filme.

Jennifer Lawrence, indiscutivelmente, poderia receber sua segunda indicação ao Oscar pela atuação de Em Chamas. Você simplesmente não consegue acreditar que é uma atriz interpretando a personagem, de tão perfeita que a construção de Katniss é. Josh Hutcherson surge bem mais maduro, com um Peeta machucado, de coração partido, que convence de verdade. CAT5

Woody Harrelson e seu Haymitch, sempre com aquele humor negro contagiante, te arrancará boas risadas. Effie Trinket deixará seu lado materno aflorar e sentirá bastante a volta de seus pupilos à Arena. Elizabeth Banks, mais uma vez, arrasou no papel. Outro que deu um show no filme foi Stanley Tucci e seu Caesar Flickermann. Se ele já tinha arrasado no primeiro filme, nesse ele conseguiu se superar! As expressões e risadas daquele homem eram muito boas mesmo.

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Senti falta de mais cenas entre Prim e Katniss, de momentos de cumplicidade entre as duas – afinal, tudo isso começou por causa dela., mas nada que fizesse o filme perder o sentido.

Em Chamas tem uma qualidade infinitamente superior ao de seu antecessor e não te deixa nem sequer piscar os olhos. A maneira com que Francis Lawrence abordou a história, sendo tão fiel ao livro (nunca vi uma adaptação ser tão fiel, na verdade) e sendo capaz de incluir algumas surpresas ao longo do filme e no final, é impressionante. Sabe quando você termina de ler algo incrível e tem uma vontade imediata de mandar um e-mail/carta/sinal de fogo para o autor no intuito de agradecê-lo pelo que escreveu? Tive essa mesma vontade em relação a Francis Lawrence. Se alguém tiver o e-mail/endereço/telefone dele, me avise aqui nos comentários (risos).

A trilha sonora do filme também é maravilhosa, com músicas do The Lumineers, Coldplay, Christina Aguilera, Sia, Lorde e tantos outros. Vale a pena ser ouvida e você pode fazer isso (se tiver o iTunes) clicando neste link.

Para Jogos Vorazes – Em Chamas, dou todas as pipocas do mundo! 5 baldes não são suficientes.

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Se você não viu o filme ainda, não continue a ler esta resenha. ALERTA DE SPOILERS! Depois não diga que eu não avisei.

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MELHOR FILME DA MINHA VIDA! MEU DEUS DO CÉU, O QUE FOI ISSO? EU NÃO CONSEGUIA NEM RESPIRAR DIREITO! AQUELE BEIJO EXTRA ENTRE GALE E KATNISS???? OBRIGADA SENHOR PELA EXISTÊNCIA DE FRANCIS LAWRENCE! OBRIGADA, MIL VEZES OBRIGADA!

Não me entenda mal. Amo Katniss e Peeta, surto em todas as cenas deles juntos, mas não consigo deixar de shippar Gale e Katniss também! E aquele beijo extra me desestabilizou legal. Enfim, depois de deixar clara a minha felicidade em relação a essa surpresa, vou começar a falar dos outros momentos que me deixaram tão louca que não conseguia ficar sentada direito na poltrona, nem parar de bater palmas, ou gritar, ou chorar, ou ter sérios ataques de fangirl. Vou começar a listar os momentos em que mais surtei e já peço desculpas se não fizer muito sentido.

O que foi Johanna Mason se revoltando contra a capital e mandando todos se f****? GENTE! Todas as cenas em que ela aparecia eram totalmente enérgicas e eu não conseguia parar de rir! Aquela cena do elevador vai direto para a minha lista de melhores cenas da vida! A cara de safado de Josh Hutcherson e a de ciumenta de Jennifer Lawrence estavam impagáveis. IMPAGÁVEIS!

Confesso que não senti falta alguma da Madge no filme, e o fato de a Katniss ter visto as imagens dos levantes no trem e não na casa da amiga, não fez diferença alguma para mim. Esse foi um dos únicos momentos em que o roteiro não seguiu à risca o que estava nas páginas do livro, além de terem feito Katniss contar a Haymitch e Peeta juntos sobre a visita de Snow, sem enganar o boy with the bread como fez no livro.

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Os dois momentos em que mais chorei foram a morte do Cinna (palmas para Jennifer Lawrence naquela cena e em todas as outras, na verdade), igualzinha a versão de Suzanne Collins, e a despedida de Effie, Peeta e Katniss antes dos jogos. Não aguentei Effie Trinket se desmanchando em lágrimas, não mesmo!

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A parte em que todos os tributos dão as mãos, e depois só aparecem as sombras de todos eles me deixou sem fôlego. A respiração boca à boca de Finnick em Peeta – achei ofensiva aquela quantidade de tentativas, quando podia muito bem ser eu no lugar de qualquer um dos dois, né? – e o desespero de Katniss também foram marcantes.

A fofura de Mags, o desespero de Finnick ao ouvir a voz de Annie, Wiress tão surtada quanto eu imaginei, me fizeram gostar ainda mais do filme. E a perfeição com que criaram todos aqueles efeitos e bestantes? Sem palavras.

O momento em que Katniss enforca Seneca Crane e faz uma reverência aos Idealizadores dos Jogos = INESQUECÍVEL.

TODAS as cenas de Peeta e Katniss demonstravam a química maravilhosa entre Jennifer e Josh e eram tão convincentes, tão convincentes que todo o desespero que senti pelos personagens no livro voltou à tona. A cena em que ele entrega o medalhão e Katniss finalmente deixa transparecer que precisa dele, UAU, apenas UAU.

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Aquela cena em que Katniss está sendo retirada da Arena foi uma das minhas favoritas, com as expressões de Jennifer focalizadas assim como na última cena, em que as lágrimas secavam e Katniss mudava seu semblante de derrota para um de determinação, aceitando ser o tordo e preparada para se vingar da Capital. Que grande sacada do diretor, genial, genial, genial, não me canso de dizer isso.

O filme inteiro foi tão surtante que eu preciso voltar ao cinema pelo menos mais 2 vezes para poder olhar cada cena com mais cuidado. E SURTAR AINDA MAIS, CLARO!

Para Assistir com Pipoca: One Direction – This Is Us

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,Esse post provavelmente fará com que muita gente revire os olhos. É esse efeito que One Direction causa a quem não os conhece, ou o que qualquer outra banda/cantor/ator/coisa a quem também não sabe nada sobre. Indico This Is Us para essas pessoas que não fazem ideia do que é banda (exatamente como a senhora simpática que se sentou ao meu lado durante a sessão e que me perguntou: “O que eles cantam? A banda é boa?” recebendo um “Eu adoro! Espero que você goste e boa sorte!”). Boa sorte? Por qual motivo você deseja boa sorte a alguém na hora de assistir a um filme? Bom, se esse filme envolve milhões de fãs alucinadas cujas cordas vocais estão em pleno vapor, é uma ótima ideia desejar sorte (o que eu não tive, por sinal! Ganhei uma bela dor de cabeça! Obrigada, meninas!). 

Vou parar de reclamar e começar essa resenha! YAY! Continuando, This Is Us é realmente um filme para quem não conhece a banda ou pouco sabe sobre ela. Para fãs (ou quase-fãs, no meu caso, se é que isso existe) a parte legal do filme é assistir aos meninos cantando ao vivo e perceber que eles soam muuuuuuito melhor fora do estúdio. Fora isso, todas as informações do filme já eram conhecidas pelo fandom. Lógico que é divertido ver como eles interagem nos bastidores, mas acho que também já tínhamos material suficiente sobre isso.

Porque diabos estou reclamando tanto? Por um simples motivo: A MINHA MÚSICA FAVORITA NÃO ESTAVA NO FILME. Pois é. E se você conhece Best Song Ever e sabe que essa música foi feita para promover o filme, espere a decepção. A música não aparece em momento algum durante o filme! Exatamente como meu outro trauma, Safe and Sound em Jogos Vorazes. Valeu a pena por ter tido a oportunidade de conhecer outras músicas (além dos singles).

Morgan Spurlock, o diretor do filme, sem dúvidas fez um bom trabalho. Com sacadas inteligentes incluindo uma explicação científica do que o 1D causa nas fãs e alguns efeitos que aparecem durante as músicas (minha parte favorita! Pena que se eu falar vai perder a graça). Se você ainda não conhece o trabalho do Morgan, corra para assistir Super Size Me, uma crítica ao Mc Donald’s muito bem feita.

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A presença das famílias foi constante durante o filme e as namoradas cortadas (exceto pela namorada do Liam na época, Danielle, que aparece no finalzinho) – os garotos explicaram em entrevistas que o corte não foi proposital, mas, eu, você, todos nós sabemos que há todo um trabalho por trás, que não mostra as namoradas para que as garotas continuem sonhando em namorar com um deles. Um dos momentos mais emocionantes é o que aparece no trailer (aliás, se você assistiu ao trailer, viu o filme quase todo!), quando Zayn compra uma casa para sua mãe. É de arrepiar.

Você também aprenderá a respeitar muito mais os artistas em geral, ao ver o quanto eles trabalham (de verdade!). 10 minutos de sono, meses sem poder ver a família e um assédio louco (que apesar de tudo não foi abordado de forma ruim – lógico – no filme). Não posso contar quem aparece no filme, mas posso dizer que é muito engraçado ver os garotos na posição de fãs quando conhecem pessoas que eles admiram.

Eu não tenho dúvidas que a minha opinião acerca do filme irá melhorar assim que eu conseguir assisti-lo sem interferências externas, mas por enquanto eu dou três baldes de pipoca! Posso dar cinco baldes de pipoca só pelo início do filme, que foi hilário e muito fofo? Não?

p.s: Eu percebi que só citei os nome do Liam e do Zayn nesse post. Não foi proposital, até porque se eu escolhesse citar só um deles não seria o Liam! (Se você me segue no twitter, pessoa doida, sabe de quem estou falando!),

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Séries com Pipoca

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Com a quantidade de séries a que assisto é bastante difícil dizer qual é a minha favorita. Se eu fosse torturada – naquele modo chinês em que as gotas vão caindo e caindo até você se render – eu talvez, muito provavelmente diria que é The Newsroom. A série tem tudo de que mais gosto nessa vida: uma equipe de jornalistas brilhantes, pitadas de sarcasmo, ironia e humor negro, além de romances. Estes, muito, muito complicados. Nada dá certo para nenhum casal nessa história, e é isso que te faz gostar ainda mais – e te faz surtar com um simples olhar entre seus casais favoritos. O romance não é o foco da história, mas rende episódios muito emocionantes.

The Newsroom gira em torno da produção, criação e apresentação do “News Night with Will McAvoy”, incluindo assistentes que tentam cobrir uma história importante, reuniões de pauta que incluem temas bizarros como o Big Foot, e uma guerra entre os donos da emissora e o âncora Will McAvoy.

Will não tem papas na língua. Suas opiniões são expressas sem qualquer preocupação, o que o coloca em situações difíceis (quase sempre) e que dão muito trabalho para a fiel Mackenzie e Charlie (fofo com sua gravatinha borboleta!). Mac e Will foram namorados, mas o termino não foi muito amigável – o que renderá boas indiretas e uma tensão incrível que não vai te deixar piscar os olhos quando os dois estiverem na mesma cena.
Cada edição do jornal aborda temas atuais (o primeiro episódio da segunda temporada, por exemplo, fala do Occupy Wall Street).

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Nos bastidores, o produtor Jim Harper (lindo!) e a produtora  associada Maggie formam um triângulo amoroso – um tanto  desengonçado – com outro funcionário do canal de TV, Dom    Keefer. É o meu casal favorito, mas garanto que até agora nada    muito concreto aconteceu entre os dois! Vamos lá, Aaron Sorkin (criador da série, roteirista do maravilhoso A Rede Social)!

 

No Brasil, a HBO exibe o seriado na mesma semana em que sai nos EUA. Atualmente no segundo episódio da segunda temporada, The Newsroom tem conquistado os críticos com seus scripts inteligentes e recheados de críticas ao governo americano – e porque não dizer à sociedade americana também?

Eu daria um milhão de pipocas para The Newsroom, mas como o máximo por aqui é de cinco baldes, dou cinco baldes para a série!

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O que vocês estão assistindo? Qual série me indicam e gostariam de ver aqui no Séries com Pipoca?

Para assistir ao trailer da primeira temporada (em inglês), clique aqui. 

Pra Assistir com Pipoca: Katy Perry – Part of Me 3D

Sempre que algum filme como Never Say Never ou Miley Cyrus: Best of Both Worlds estreia uma polêmica vem à tona: porque mais uma vez os famosos se aproveitam de um momento de sucesso, lançam um filme com uma história nada inspiradora, nada relevante na intenção de ganhar mais e mais dinheiro à custa de seus fãs? Pois bem, eu respondo: a polêmica vem à tona a partir de pessoas que não foram ao cinema assistir a esses filmes. Não que eu esteja defendendo Bieber ou Cyrus, estou apenas dizendo que é melhor assistir antes de falar. Mesmo. É isso que está acontecendo com Katy Perry – Part of Me que teve sua estreia hoje no Brasil – depois de flopar nas bilheterias americanas.

Com os mesmos produtores de Never Say Never, Katy apostou em nada mais que a realidade. Permitiu que as câmeras a filmassem em seus momentos mais vulneráveis – destaque para o momento em que “cai a ficha” do divórcio de Russell Brand -, mais emocionantes e mais engraçados. As redes sociais também têm papel principal – mensagens de katycats e tweets da própria Katy “narram” os acontecimentos da sua história. Claro, tudo isso ocorre enquanto um mega show acontece.

Sem esquecer de sucessos como “I Kissed a Girl” (destaque para o momento em que ela tem de decidir sobre este e outros dois singles), “Thinking of You” (numa versão acústica muito melhor que a gravada em estúdio), e surpresas como um cover de “Dance With Somebody” da Whitney Houston e uma linda versão de “Hey Jude” dos Beatles. Sem dúvidas, um CD deste filme estaria na minha lista de compras. As versões tinham mais energia, mais emoção e mais verdade que quando gravadas para o álbum comercial.
Mostrando a trajetória de Katy desde sua participação num coral Evangélico – seu pai pregava a palavra de Deus e sua mãe também é extremamente religiosa, o que fez com que os dois não deixassem que Katy e seus irmãos (Angelica e David [lindo!!!!] que por sinal aparecem bastante no filme) não conhecessem nenhuma música que não fosse gospel. Até o momento em que Katy estava na casa de uma amiga e “Oughta Know” de Alanis Morrisette tocou.

Esse foi o momento que mudou a vida de Katy. A partir daí, você poderá ver a batalha da cantora em várias gravadoras e inclusive perceber que uma delas manteve Katy presa a sua lista de cantores para que ela não assinasse com outra gravadora e se tornasse um sucesso. Junto a isso, há a luta dela por ser Katy Perry, extrovertida e dinâmica, e não um produto que todas as gravadoras queriam que ela fosse.

E Russell Brand? Cadê? Ao contrário do que todo mundo pensa, ela NÃO tratou de Russell como um monstro em momento algum. Mas a emoção do filme definitivamente foi trazida por ele, quando vemos o Conto de Fadas de Katy se tornar um pesadelo e sentimos nosso coração apertar (e as lágrimas descerem) enquanto ela desaba e precisa tomar uma decisão: ou se entrega à tristeza ou se apresenta para os milhares de fãs que a esperavam em São Paulo. Como ela mesmo diz em suas letras sobre relacionamentos: “não é como nos filmes, mas deveria ser”. Não dá para contar mais que isso a respeito desse momento: você vai ter que ver para sentir.

Relatos como o da avó de Katy (super fofa!), seus pais, seus melhores amigos, empresário e estilista contribuem bastante para o desenrolar do filme. Vale destacar que amigos famosos da cantora também aparecem no filme. Quem são? Não conto!
Não posso terminar sem citar uma das frases que mais me marcou, vinda de Tamra (assistente de Katy): “As pessoas se enganam quando acham que Katy é uma marionete. Katy é a presidente de Katy Perry”. Sim, é perceptível que Katy dá ideias e participa intensamente da “empresa/produto” Katy Perry. E ela não está nem aí para quem acha que não é verdade.

A relação com os fãs, com a família (momentos muito, muito emocionantes com a irmã), e com seu “time” do dia-a-dia transformam o que seria só mais um documentário num filme super interessante, inspirador e que mostra que sim, é possível conquistar os sonhos se você persistir e principalmente seguir um conselho da Rainha dos gatos: “Be Yourself and You Can Be Anything”. “Seja você mesmo e você pode ser quem quiser”.

Para Katy Perry – Part of Me, dou 3 baldes de pipoca!

               E você? O que vai assistir neste final de semana?

Pra Assistir Com Pipoca: "Historias Cruzadas"

 “Um ato de coragem pode transformar tudo.” Isso é o que eu chamo de frase “que fala por si só”. Sejam bem vindos ao #1 Pra Assistir Com Pipoca, parte do blog onde eu falarei sobre filmes que já foram lançados em DVD, darei minhas pipoquinhas e tentarei chamar sua atenção para o filme! Caso seja bom, haha. Mas nesse primeiro post, vocês encontrarão um filme que ainda não estreou por aqui, mas já podem ir se preparando!





Começo com “Histórias Cruzadas”, baseado no best-seller The Help, onde Emma Stone e Viola Davis formam uma dupla incrível e te fazem chorar e rir também, mesmo que você esteja assistindo ao filme sozinha, na escuridão do seu quarto [como eu]. 


Emma interpreta Skeeter, uma jovem recém formada da cidade de Jackson, Mississipi. Em 1960, ela é o que se pode chamar de “jovem rebelde”. Retornando da faculdade, descobre que a secretária negra de sua casa, que foi praticamente quem a criou, foi despedida. E seus pais dizem que foi ela quem pediu demissão. Inspirada em Constantine [a secretária que a criou], Emma procura Aibileen, secretária de sua melhor amiga Hilly ao ser contratada para uma coluna no jornal local, onde deveria responder a perguntas sobre serviços domésticos.


Skeeter vai além. Tem a incrível ideia de escrever a história de Aibileen como uma secretária negra, tendo que passar por todo o preconceito e constrangimento de não poder inclusive usar o mesmo banheiro que os brancos. Aos poucos, Skeeter conquista a confiança de Aibileen, e esta começa a escrever também. Juntas, as duas conseguem trazer outra pessoa ao time escritor, a engraçada Minny Jackson. O trio troca os nomes verdadeiros e começa a escrever, mas Skeeter tem um prazo de entrega do livro, ou caso contrário não seria contratada pelo emprego de seus sonhos em NY, e sua editora não queria somente duas histórias. Queria mais, queria doze. 

Ao longo do filme, delicie-se com a resposta de Aibileen e Minny às crueldades de Hilly e suas subordinadas, e divirta-se com a animação de Skeeter para seu primeiro encontro, com Stuart, amigo do marido de Hilly.
De cara, Skeeter é super sincera com ele, e o conquista. 


Após uma série de escândalos, de opressões em relação aos negros, mais secretárias resolvem ajudar Skeeter, e assim, “Histórias Cruzadas” é escrito, virando um best-seller ainda durante o filme. Não vou contar mais. Assistam o trailer abaixo e depois me contem se realmente valeu a dica! Espero que sim!

5 PIPOCAS para “Historias Cruzadas”. Seriam quatro baldes e MEIO, porque o final amoroso de Skeeter não existe, por mais que você torça o filme inteiro!